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As funções do primeiro grau possuem o formato definido por f(x) = ax + b, com a, b ∈ ℝ e com a ≠ 0. Sabe-se que f(−1) = 2 e f(2) = 1. Assinale a alternativa que apresenta o valor de f(1).

A) -1
B) 2
C) 1/3
D) 4/3
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Matematicamente

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para encontrar o valor de f(1) dado que f(x) = ax + b, com a, b ∈ ℝ e a ≠ 0, e que f(-1) = 2 e f(2) = 1, podemos usar essas informações para determinar os valores de a e b e, em seguida, encontrar f(1). Dado que f(-1) = 2, podemos substituir na equação f(x) = ax + b: 2 = a*(-1) + b 2 = -a + b b - a = 2 (Equação 1) Dado que f(2) = 1, podemos substituir na equação f(x) = ax + b: 1 = a*2 + b 1 = 2a + b 2a + b = 1 (Equação 2) Agora, podemos resolver esse sistema de equações para encontrar os valores de a e b. Multiplicando a Equação 1 por 2, temos: 2b - 2a = 4 (Equação 3) Somando a Equação 3 com a Equação 2, obtemos: 2b - 2a + 2a + b = 4 + 1 3b = 5 b = 5/3 Substituindo b = 5/3 na Equação 1, temos: 5/3 - a = 2 -a = 2 - 5/3 -a = 6/3 - 5/3 -a = 1/3 a = -1/3 Agora que encontramos os valores de a e b, podemos determinar f(1): f(1) = (-1/3)*1 + 5/3 f(1) = -1/3 + 5/3 f(1) = 4/3 Portanto, o valor de f(1) é 4/3. A alternativa correta é: D) 4/3.

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Mais perguntas desse material

1. COSEAC – UFF - UFF – 2023 – Pedagogo
A avaliação, durante muito tempo no campo da educação, foi utilizada como sinônimo de medir, limitando-se a momentos estanques e buscando alcançar resultados apenas no final do processo. Para repensar esta forma de avaliar, é necessário
a. desconsiderar a autonomia do aluno no processo de avaliação e de aquisição de novos aprendizados.
b. levar em conta o papel do erro no processo de avaliação como ponto de partida para novas práticas.
c. priorizar práticas avaliativas quantitativas e geradoras de notas, resultado da aprendizagem.
d. considerar que a avaliação se encerra em finalizações de etapas determinadas nos planos de ensino.
e. estabelecer padrões comparativos que descrevam o fenômeno do ponto de vista quantitativo.

a. desconsiderar a autonomia do aluno no processo de avaliação e de aquisição de novos aprendizados.
b. levar em conta o papel do erro no processo de avaliação como ponto de partida para novas práticas.
c. priorizar práticas avaliativas quantitativas e geradoras de notas, resultado da aprendizagem.
d. considerar que a avaliação se encerra em finalizações de etapas determinadas nos planos de ensino.
e. estabelecer padrões comparativos que descrevam o fenômeno do ponto de vista quantitativo.

2. COSEAC – UFF – UFF – Pedagogo
Para HOFFMANN (2013), a avaliação da aprendizagem ocorre no contexto próprio da diversidade. Ela é sempre de caráter singular no que se refere aos estudantes, uma vez que as posturas avaliativas inclusivas ou excludentes afetam seriamente os sujeitos educativos. Nesse sentido, a avaliação na perspectiva mediadora significa que o acompanhamento ao estudante é realizado de forma a
a. registrar aquilo que ele ainda não sabe através da análise das suas tarefas.
b. ver e registrar o que se identificou acerca do estudante observando suas atitudes e tarefas.
c. verificar e registrar como se dá o desenvolvimento da sua aprendizagem.
d. entender, observar a evolução, refazer o processo com o estudante, propondo diferentes desafios.
e. verificar a quantidade de tarefas realizadas e registrar o número de acertos de acordo com o seu nível.

a. registrar aquilo que ele ainda não sabe através da análise das suas tarefas.
b. ver e registrar o que se identificou acerca do estudante observando suas atitudes e tarefas.
c. verificar e registrar como se dá o desenvolvimento da sua aprendizagem.
d. entender, observar a evolução, refazer o processo com o estudante, propondo diferentes desafios.
e. verificar a quantidade de tarefas realizadas e registrar o número de acertos de acordo com o seu nível.

3. COSEAC – UFF - UFF – 2023 - Pedagogo
A avaliação institucional é um campo de disputa que ultrapassa as questões mais aparentes e formais da organização e do gerenciamento das instituições educativas. Portanto, segundo HOFFMAN (2013), a melhor avaliação é aquela que
a. prioriza a dimensão técnica e a precisão dos dados com o objetivo de elaborar um relatório para a direção da instituição.
b. seleciona e se centra em obter dados que os analisa e divulga para auxiliar no redimensionamento das ações institucionais.
c. valoriza o registro e a mensuração das respostas, desconsiderando os valores nelas envolvidos.
d. trabalha no sentido de enfatizar tecnicamente as divergências, comparando as discordâncias e contradições.
e. impõe uma orientação eminentemente tecnicista e positivista a serviço das demandas de mercado.

a. prioriza a dimensão técnica e a precisão dos dados com o objetivo de elaborar um relatório para a direção da instituição.
b. seleciona e se centra em obter dados que os analisa e divulga para auxiliar no redimensionamento das ações institucionais.
c. valoriza o registro e a mensuração das respostas, desconsiderando os valores nelas envolvidos.
d. trabalha no sentido de enfatizar tecnicamente as divergências, comparando as discordâncias e contradições.
e. impõe uma orientação eminentemente tecnicista e positivista a serviço das demandas de mercado.

4. COSEAC – UFF – Prefeitura de Maricá – RJ – Orientador Pedagógico
A avaliação escolar tradicional ajuda a formar um autoconceito negativo (incapaz, problemático, ignorante, etc.) em milhões de crianças, jovens e adultos. O problema central é o seu uso como instrumento de discriminação e seleção social, na medida em que assume, no âmbito da escola, a tarefa de separar os ‘aptos’ dos ‘inaptos’, os ‘capazes’ dos ‘incapazes’.
É fundamental o entendimento de que o compromisso do professor com a aprendizagem de todos os alunos e a consequente avaliação fazem parte do mesmo processo pedagógico. Qualquer proposta de mudança da realidade avaliativa, passa pela mudança da prática pedagógica.
Portanto, num processo de ensino progressista, a concepção de avaliação deve ser:
a. estimulante, criativa e real.
b. diferente, diversificada e ativa.
c. solidária, apolítica e livre.
d. reflexiva, emancipatória e crítica.
e. passiva, repetitiva e alienante.

a. estimulante, criativa e real.
b. diferente, diversificada e ativa.
c. solidária, apolítica e livre.
d. reflexiva, emancipatória e crítica.
e. passiva, repetitiva e alienante.

5. COSEAC – – UFF – 2018 – Prefeitura Municipal de Maricá – RJ – Orientador Pedagógico
A busca de significado para as diferentes dimensões da relação entre educandos e educadores, através da investigação acerca dos aprendizes e das aprendizagens, e a visão de quem tem compromisso com a aprendizagem e quer conhecer para promover, e não para classificar ou julgar, são princípios da avaliação:
a. classificatória.
b. mediadora.
c. diagnóstica.
d. formativa.
e. somativa.

a. classificatória.
b. mediadora.
c. diagnóstica.
d. formativa.
e. somativa.

6. COSEAC – UFF – 2018 – Prefeitura Municipal de Maricá – RJ – Orientador Pedagógico
Para Celso Vasconcellos, as dificuldades que a avaliação escolar apresenta e as consequências, às vezes, drásticas que podem trazer para a educação são de conhecimento de todos. De um modo geral pode-se dizer que, praticamente, houve uma inversão na sua lógica, ou seja, a avaliação que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, acabou tornando-se o objetivo deste processo. Na prática dos alunos e da escola é o famoso “estudar para passar”. O senso comum dos professores parece aceitar a afirmação de que a avaliação está ligada à “estrutura de poder da sociedade” ou que “é coisa do sistema”.
O que se espera de uma avaliação numa perspectiva transformadora é que seus resultados devem servir para:
a. ajudar os alunos a conseguir bons resultados nas avaliações externas.
b. o professor prosseguir com os conteúdos contidos no programa oficial.
c. garantir melhores posições em comparação a outras escolas.
d. transformar as atitudes indisciplinadas em atitudes adequadas.
e. perceber a necessidade dos alunos e intervir para ajudá-los a superá-la.

a. ajudar os alunos a conseguir bons resultados nas avaliações externas.
b. o professor prosseguir com os conteúdos contidos no programa oficial.
c. garantir melhores posições em comparação a outras escolas.
d. transformar as atitudes indisciplinadas em atitudes adequadas.
e. perceber a necessidade dos alunos e intervir para ajudá-los a superá-la.

Para encaminhar o aluno à superação, ao enriquecimento do saber significa:

a. desenvolver uma ação avaliativa mediadora.
b. abolir a reprovação dos alunos em massa.
c. avaliar o aluno a partir da sua história de vida.
d. notar que existem diferentes ritmos de aprendizagem.
e. permitir a política da aprovação automática.

Para a autora, todo processo avaliativo tem que ter por intenção:

a. observar o aprendiz, analisar e compreender as suas estratégias de aprendizagem e tomar decisões pedagógicas favoráveis à continuidade do processo.
b. desafiar o aluno com questões inovadoras e difíceis para que ele possa compreender a real necessidade da concentração e do estudo.
c. apresentar ao educando diferentes formatos de testes e provas para que seja treinado nas diversas possibilidades de avaliação existentes.
d. debater com o estudante, escolher coletivamente a avaliação mais adequada para o momento e incentivar e possibilitar a autoavaliação.
e. orientar o discente sobre as diferentes maneiras de se organizar para se preparar para as avaliações, auxiliando-o a criar o seu próprio plano de estudos.

Portanto, num processo de ensino progressista, a concepção de avaliação deve ser:

a. estimulante, criativa e real.
b. diferente, diversificada e ativa.
c. solidária, apolítica e livre.
d. reflexiva, emancipatória e crítica.
e. passiva, repetitiva e alienante.

Em relação às tendências pedagógicas, qual alternativa apresenta a característica central da pedagogia histórico-crítica?

a. A ênfase na memorização e na repetição de conteúdos, priorizando a transmissão passiva do conhecimento.
b. A valorização da experimentação e da descoberta autônoma, com o professor atuando como guia e facilitador da aprendizagem.
c. A centralidade no desenvolvimento de habilidades e competências, com foco na formação de indivíduos aptos para o mercado de trabalho.
d. A construção do conhecimento através da interação social e da resolução de problemas, com o professor como mediador entre o aluno e o saber.
e. A formação do caráter e da moral dos alunos, com base em valores religiosos e cívicos.

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