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Batisti e Silva (2017) entendem que se “no ensino tradicional a gramática normativa ainda ocupa a posição central, em uma perspectiva mais significativa de ensino, colocaremos o texto como objeto central na aula de Língua Portuguesa (LP).”. Assim, ao tratar do ensino tradicional e o texto como objeto de ensino de LP, Batisti e Silva revelam:

a) Que defendem o ensino de texto a partir de uma didática estruturalista da língua.
b) Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais.
c) Que o português-padrão deve ocupar a posição central no ensino de LP.
d) Que o texto precisa ser objeto central no ensino da LP, perspectiva própria do ensino de gramática.
e) Que tanto a gramática como o texto podem ser objetos centrais no ensino de LP.
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há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas com base na citação de Batisti e Silva (2017), que enfatiza a mudança do foco da gramática normativa para o texto como objeto central no ensino de Língua Portuguesa. a) Que defendem o ensino de texto a partir de uma didática estruturalista da língua. - Essa opção não reflete a ideia de que o texto deve ser o foco, mas sim uma abordagem específica de ensino. b) Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais. - Esta opção está alinhada com a ideia de que o ensino tradicional, que foca na gramática normativa, é questionado. c) Que o português-padrão deve ocupar a posição central no ensino de LP. - Essa opção vai contra a proposta de Batisti e Silva, que sugere que o texto deve ser o foco. d) Que o texto precisa ser objeto central no ensino da LP, perspectiva própria do ensino de gramática. - Essa opção é contraditória, pois a proposta é mudar o foco da gramática para o texto. e) Que tanto a gramática como o texto podem ser objetos centrais no ensino de LP. - Essa opção não reflete a ideia de priorizar o texto em detrimento da gramática normativa. A alternativa que melhor representa a ideia de Batisti e Silva é: b) Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais.

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há 2 anos

Analisando a citação de Batisti e Silva (2017), fica claro que eles defendem a ideia de colocar o texto como objeto central no ensino de Língua Portuguesa, em contraposição à tradicional centralidade da gramática normativa. Isso indica uma abordagem mais significativa que prioriza o texto como elemento fundamental para o ensino da língua. Vamos analisar as opções: a) Que defendem o ensino de texto a partir de uma didática estruturalista da língua. - Não é o foco da abordagem de Batisti e Silva, que priorizam o texto em si. b) Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais. - Esta opção está alinhada com a perspectiva apresentada na citação. c) Que o português-padrão deve ocupar a posição central no ensino de LP. - A citação não menciona o português-padrão como centralidade. d) Que o texto precisa ser objeto central no ensino da LP, perspectiva própria do ensino de gramática. - Esta opção está de acordo com a visão de Batisti e Silva. e) Que tanto a gramática como o texto podem ser objetos centrais no ensino de LP. - A citação destaca a priorização do texto sobre a gramática normativa. Portanto, a alternativa correta é: b) Que discordam do ensino de LP que visa a prescrição de normas gramaticais.

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Apesar de a língua apresentar variedades linguísticas, existe uma tradição gramatical, baseada em parâmetros para a escrita ou para situações mais formais de fala, que é denominada Norma-padrão. A norma-padrão, portanto, é um “conjunto de regras, pautadas em autores consagrados, que impõe uma unidade à língua escrita.” (CEREJA; VIANNA; CODENHOTO, 2016, p. 53). Primeiramente, devemos levar em consideração que quando o estudante chega à escola, ele já é falante da língua materna e, certamente, se comunica bem em situações informais e familiares, desse modo, não é necessário que a escola o ensine a falar. O que ocorre, porém, é que como os contextos sociais são diversificados, esse estudante acessará outros modos de falar, que estão relacionados a questões culturais, geográficas e sociais. Diante dessa realidade, é função do professor promover o respeito às diversidades linguísticas, sem perder o foco no objeto de ensino, que é a comunicação eficiente, independente da realidade socio-cultural. Em outras palavras, conhecer e respeitar as variedades linguísticas é de grande importância.

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Considerando a fala dos interlocutores, pode-se concluir que:

a) o uso de “excelência” denota desrespeito, pois o depoente não vê o deputado como autoridade.
b) o efeito humorístico é provocado pela passagem brusca da linguagem formal para a informal.
c) o uso da linguagem formal e da informal evidencia a classe social a que pertencem as personagens.
d) a linguagem empregada no texto serve apenas para compor as imagens do deputado e do depoente.
e) o pronome “seu” foi usado pelo depoente como sinal de respeito para com o parlamentar ilustre.

( ) Nessa situação do cartum, a professora poderia ter utilizado os conhecimentos linguísticos de que os alunos dispõem para abordar as diferenças que ocorrem na língua de acordo com as regiões, ou seja, explicar variação linguística geográfica.
a) V,V,V,V
b) V,F, F,V
c) F,F,F,F
d) F,V,V,F
e) V,V,F,F

Na teoria da comunicação, a depender da proposta ou intento do texto, é possível perceber o foco em um desses seis elementos, por exemplo, se o objetivo de determinado texto é divulgar um produto ou serviço, a ênfase será dada ao receptor do texto, possível consumidor do produto. Portanto, segundo os pressupostos dessa teoria, organizamos a linguagem de tal modo a atender nossa finalidade comunicativa.

a) Função emotiva ou expressiva.
b) Função conativa ou apelativa.
c) Função referencial ou denotativa.
d) Função poética.
e) Função metalinguística.
f) Função fática.

Apesar de a língua apresentar variedades linguísticas, existe uma tradição gramatical, baseada em parâmetros para a escrita ou para situações mais formais de fala, que é denominada Norma-padrão. A norma-padrão, portanto, é um “conjunto de regras, pautadas em autores consagrados, que impõe uma unidade à língua escrita.” (CEREJA; VIANNA; CODENHOTO, 2016, p. 53). Primeiramente, devemos levar em consideração que quando o estudante chega à escola, ele já é falante da língua materna e, certamente, se comunica bem em situações informais e familiares, desse modo, não é necessário que a escola o ensine a falar. O que ocorre, porém, é que como os contextos sociais são diversificados, esse estudante acessará outros modos de falar, que estão relacionados a questões culturais, geográficas e sociais. Diante dessa realidade, é função do professor promover o respeito às diversidades linguísticas, sem perder o foco no objeto de ensino, que é a comunicação eficiente, independente da realidade socio-cultural. Em outras palavras, conhecer e respeitar as variedades linguísticas é de grande importância.

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Predomina no texto a função da linguagem:
a) fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação.
b) metalinguística, porque há explicação do significado das expressões.
c) conativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação.
d) referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fatos reais.
e) poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da estrutura do texto.

Para uma comunicação eficiente, é essencial considerar o interlocutor (com quem eu estou me comunicando) e o contexto de interação, ou seja, é relevante reconhecer se a situação comunicativa demanda maior ou menor formalidade e monitoramento. Assim como é preciso observar qual roupa devemos usar nos nossos compromissos cotidianos, é fundamental adequarmos a linguagem à sit

Na estruturação do texto, destaca-se:
a) a construção de oposições semânticas.
b) a apresentação de ideias de forma objetiva.
c) o emprego recorrente de figuras de linguagem, como o eufemismo.
d) a repetição de sons e de construções sintáticas semelhantes.
e) a inversão da ordem sintática das palavras.

( ) Nessa situação do cartum, a professora poderia ter utilizado os conhecimentos linguísticos de que os alunos dispõem para abordar as diferenças que ocorrem na língua de acordo com as regiões, ou seja, explicar variação linguística geográfica.
a) V,V,V,V
b) V,F, F,V
c) F,F,F,F
d) F,V,V,F
e) V,V,F,F

Os dois trechos apresentados acima são exemplos de tipologia descritiva.

Verdadeiro
Falso

1. (ENEM 2019) Leia o trecho da canção abaixo: Blues da piedade Vamos pedir piedade Senhor, piedade Pra essa gente careta e covarde Vamos pedir piedade Senhor, piedade Lhes dê grandeza e um pouco de coragem CAZUZA. Cazuza: o poeta não morreu. Rio de Janeiro: Universal Music, 2000 (fragmento). Todo gênero apresenta elementos constitutivos que condicionam seu uso em sociedade. A letra de canção identifica-se com o gênero ladainha, essencialmente, pela utilização da sequência textual:

a) expositiva, por discorrer sobre um dado tema.
b) narrativa, por apresentar uma cadeia de ações.
c) injuntiva, por chamar o interlocutor à participação.
d) descritiva, por enumerar características de um personagem.
e) argumentativa, por incitar o leitor a uma tomada de atitude.

2. (ENEM 2020) Leia o texto abaixo; Caminhando contra o vento, Sem lenço e sem documento No sol de quase dezembro Eu vou O sol se reparte em crimes Espaçonaves, guerrilhas Em cardinales bonitas Eu vou Em caras de presidentes Em grandes beijos de amor Em dentes, pernas, bandeiras Bombas e Brigitte Bardot O sol nas bancas de revista Me enche de alegria e preguiça Quem lê tanta notícia Eu vou VELOSO, C. Alegria, alegria. In: Caetano Veloso. São Paulo. É comum coexistirem sequências tipológicas em um mesmo gênero textual. Nesse fragmento, os tipos textuais que se destacam na organização temática são:

a) descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa, argumentando contra a violência urbana.
b) dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as notícias relativas à cidade.
c) expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e interage com a mulher amada.
d) narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da cidade ao mesmo tempo que a descreve.
e) narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da cidade contando sobre sua própria experiência.

Predomina no texto a função da linguagem:
a) fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação.
b) metalinguística, porque há explicação do significado das expressões.
c) conativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação.
d) referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fatos reais.
e) poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da estrutura do texto.

Na estruturação do texto, destaca-se:
a) a construção de oposições semânticas.
b) a apresentação de ideias de forma objetiva.
c) o emprego recorrente de figuras de linguagem, como o eufemismo.
d) a repetição de sons e de construções sintáticas semelhantes.
e) a inversão da ordem sintática das palavras.

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