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A figura da coroa no período pré-colonial se estabelecia através do feitor que eram funcionários designados como representante do rei, para defender os interesses da coroa e implantar uma burocracia corporativa. Sobre esses sistemas burocráticos, qual deles não era papel do feitor:
comprar mercadorias e proteger os materiais obtidos.
garantir o embarque dos produtos para Portugal.
representar o rei nas relações comerciais.
Registrar as movimentações comerciais como escrivão.
fazer negociações com os nativos.
a) comprar mercadorias e proteger os materiais obtidos.
b) garantir o embarque dos produtos para Portugal.
c) representar o rei nas relações comerciais.
d) Registrar as movimentações comerciais como escrivão.
e) fazer negociações com os nativos.
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Questões para Estudantes

há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as funções do feitor no período pré-colonial. O feitor era um representante do rei e tinha várias responsabilidades, mas algumas atividades não eram típicas de seu papel. a) Comprar mercadorias e proteger os materiais obtidos - Essa função poderia ser parte do trabalho do feitor, já que ele precisava garantir que os bens fossem adquiridos e protegidos. b) Garantir o embarque dos produtos para Portugal - Essa também era uma responsabilidade do feitor, pois ele precisava assegurar que os produtos fossem enviados corretamente. c) Representar o rei nas relações comerciais - Essa era uma função central do feitor, que atuava como representante do rei nas transações comerciais. d) Registrar as movimentações comerciais como escrivão - Embora o feitor pudesse ter alguma responsabilidade em registrar, essa função era mais típica de um escrivão, que era um cargo específico para essa tarefa. e) Fazer negociações com os nativos - O feitor também poderia estar envolvido em negociações com os nativos, mas isso não era sua função principal. Dessa forma, a alternativa que não era papel do feitor é: d) Registrar as movimentações comerciais como escrivão.

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há 2 anos

Analisando as funções atribuídas ao feitor no período pré-colonial, podemos identificar que uma das atividades não era de sua responsabilidade. Vamos analisar as opções: a) comprar mercadorias e proteger os materiais obtidos - Esta era uma das funções do feitor, garantir o abastecimento e proteção dos recursos. b) garantir o embarque dos produtos para Portugal - Também era uma responsabilidade do feitor, assegurar que os produtos fossem enviados para Portugal. c) representar o rei nas relações comerciais - Era uma das funções do feitor, atuando como representante do rei. d) Registrar as movimentações comerciais como escrivão - Esta não era uma função típica do feitor, mas sim de um escrivão. e) fazer negociações com os nativos - Esta também era uma das responsabilidades do feitor, negociar com os nativos em nome da coroa. Portanto, a atividade que não era papel do feitor era: d) Registrar as movimentações comerciais como escrivão.

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(USS) Assinale a alternativa correta a respeito do período pré-colonial brasileiro.


O trabalho intenso de Anchieta e Nóbrega na catequese dos índios tinha o objetivo de impedir a escravização do gentio.
A ocupação temporária europeia, por meio de feitorias, deveu-se à inexistência de organização social produtora de excedentes negociáveis.
A cordialidade dos indígenas contrastava com a hostilidade europeia dos portugueses, cujo objetivo metalista conduzia sempre à prática da violência.
A cordialidade inicial entre europeus e índios deveu-se ao fato de que o objetivo catequético superava os fins materiais da expansão marítima.
Os franceses não reconheciam o domínio português, tanto que chegaram a se estabelecer no Rio de Janeiro e no Maranhão.

No período pré-colonial, os portugueses não tinham o conhecimento da geografia local, nem sabiam como retirar o pau-brasil das matas, por isso há uma dependência da mão de obra e dos conhecimentos dos indígenas. Apesar disso a visão eurocêntrica visualiza os indígenas como selvagens. Sobre as sociedades indígenas é correto afirmar que


se estruturavam na ideia de propriedade privada
tinham classes definidas como pajé, xamã e caçador.
todas as tribos conheciam a agricultura.
baseavam-se na caça e na pesca.
falavam dois idiomas o Tupi no litoral e Macro-Jê no Planalto Central.

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