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Tibúrcio adquiriu um imóvel urbano de 200m2 no ano de 2010. No ano seguinte conheceu Trifosa e após namorarem 2 (dois) anos, se casaram em fevereiro de 2013, sob o regime da comunhão parcial de bens (só se comunicam os bens adquiridos onerosamente na constância do casamento). O casal permaneceu casado até dezembro de 2021, quando Tibúrcio abandonou o lar, passando a viver com outra mulher. Desde então, Trifosa, que não possui outro imóvel, passou a exerce a posse mansa, pacífica, ininterrupta e exclusiva do imóvel. Nesse caso é correto afirmar que:
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ivan mafra

há 2 anos

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ivan mafra

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder a essa questão, precisamos analisar a situação apresentada e as implicações legais do regime de comunhão parcial de bens e da posse do imóvel. 1. Aquisição do Imóvel: Tibúrcio adquiriu o imóvel em 2010, antes do casamento. Portanto, esse imóvel é considerado um bem particular dele, já que foi adquirido antes da união. 2. Regime de Comunhão Parcial de Bens: Sob esse regime, apenas os bens adquiridos durante o casamento são considerados bens comuns. Como o imóvel foi adquirido antes do casamento, ele não se comunica com Trifosa. 3. Posse Exclusiva de Trifosa: Desde que Tibúrcio abandonou o lar, Trifosa passou a exercer a posse mansa, pacífica, ininterrupta e exclusiva do imóvel. Isso pode gerar direitos para ela, mas não altera a propriedade do imóvel, que continua sendo de Tibúrcio. Diante disso, a afirmação correta deve considerar que, apesar de Trifosa ter a posse do imóvel, ele ainda é de propriedade de Tibúrcio, e ela não tem direito à propriedade do bem, mas pode ter direitos relacionados à posse. Como a pergunta não apresenta as alternativas, não posso indicar a resposta correta. Você precisa fornecer as opções para que eu possa ajudá-lo a identificar a correta.

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há 2 anos

Neste caso, de acordo com as informações fornecidas, Trifosa adquiriu a posse do imóvel urbano de 200m2 após Tibúrcio abandonar o lar e passar a viver com outra mulher. Como Trifosa não possui outro imóvel e exerce a posse mansa, pacífica, ininterrupta e exclusiva do imóvel, é possível aplicar o instituto da usucapião. A usucapião é uma forma de aquisição originária da propriedade pela posse prolongada e ininterrupta de um bem, nas condições estabelecidas em lei. No caso apresentado, Trifosa pode vir a adquirir a propriedade do imóvel por usucapião, desde que preencha os requisitos legais, como prazo de posse estabelecido em lei. Portanto, é correto afirmar que Trifosa poderá adquirir a propriedade do imóvel por usucapião, considerando as circunstâncias apresentadas.

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Cristina Borges

ano passado






  • Trifosa não adquirirá o domínio por meio da usucapião familiar, por não preencher os requisitos legais.
  • Trifosa adquiriu o domínio integral do bem, por meio da usucapião familiar, por preencher os requisitos legais.
  • Trifosa já adquiriu a propriedade do bem, tão logo se completou o prazo de 2 (dois) anos do abandono do lar por Tibúrcio.
  • Trifosa preenche os requisitos legais para aquisição do imóvel por meio da usucapião constitucional urbana.
  • Trifosa só adquirirá o domínio por meio da usucapião familiar se tiver justo título e boa-fé.


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