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(IBFC, 2017) Leia o trecho a seguir: “[...] falar de gênero na escola é exercitar a cidadania para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres. Acreditamos que pouco importa se nascemos em um corpo sexado fêmea ou macho: temos o direito de habitar nossos corpos como desejarmos sem medo de violência e discriminação.” (Sexta-feira, 22 de julho de 2016. Justificando. Brito, Luciana. “Por que falar de gênero nas escolas?) Acerca do fragmento anterior, assinale a alternativa correta.
A questão de gênero deu grandes saltos na sociedade brasileira do ano de 2016 para agora, muitas leis e decretos foram assinados em prol do movimento LGTB no Brasil, logo essas discussões não precisam chegar às escolas.
Não há necessidade de se falar em gênero e sexualidade em países que se mostram livres de preconceitos como homofobia, que é o caso do Brasil.
Estudar gênero e sexualidade não é papel da escola, pois esta não é responsável por determinar a sexualidade de ninguém.
Discutir gêneros não torna uma sociedade mais democrática, desde a liberação do voto feminino em 1932 nada mudou na democracia brasileira.
Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos.
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há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao trecho sobre a importância de discutir gênero na escola. 1. A questão de gênero deu grandes saltos na sociedade brasileira do ano de 2016 para agora, muitas leis e decretos foram assinados em prol do movimento LGTB no Brasil, logo essas discussões não precisam chegar às escolas. - Essa afirmação minimiza a importância da discussão nas escolas, o que não é correto. 2. Não há necessidade de se falar em gênero e sexualidade em países que se mostram livres de preconceitos como homofobia, que é o caso do Brasil. - Essa afirmação é falsa, pois o Brasil ainda enfrenta muitos desafios relacionados à homofobia e preconceitos. 3. Estudar gênero e sexualidade não é papel da escola, pois esta não é responsável por determinar a sexualidade de ninguém. - Embora a escola não deva determinar a sexualidade, discutir gênero e sexualidade é importante para a formação de cidadãos conscientes. 4. Discutir gêneros não torna uma sociedade mais democrática, desde a liberação do voto feminino em 1932 nada mudou na democracia brasileira. - Essa afirmação ignora os avanços e a necessidade contínua de promover a igualdade e a democracia. 5. Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos. - Esta alternativa reconhece a importância da discussão sobre gênero e sexualidade na formação de cidadãos conscientes e respeitosos. A alternativa correta é: "Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos."

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há 2 anos

Analisando o trecho apresentado, fica claro que a discussão de gênero na escola é vista como um exercício de cidadania para promover a igualdade entre homens e mulheres, garantindo o direito de cada indivíduo habitar seus corpos como desejarem, sem medo de violência ou discriminação. Portanto, a alternativa correta que reflete essa ideia é: Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos.

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Marque a opção correta.
A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser trabalhados, de forma transversal, na escola.
A orientação sexual e a identidade de gênero podem ser trabalhados em todas as disciplinas.
A escola é um local de estudos, amizades, de esportes, de brincadeiras e, também, um lugar para o namoro.
A sexualidade deveria ser trabalhada dentro da escola.
A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser objetos de permanente atenção e controle na escola.

Sobre o movimento feminista, é correto afirmar:
o movimento feminista declarou o fim de sua estruturação institucional em 2016, com a inclusão das discussões a respeito de gênero e de sexualidade em todos os planos estaduais e municipais de educação, no Brasil.
o movimento feminista institucionalizou-se em 1789, com a eclosão da Revolução Francesa, e foi fundado por Olympe de Gouges.
na contemporaneidade, o movimento feminista reconhece-se como desnecessário por acreditar que homens e mulheres vivem em regime de plena e absoluta igualdade.
no Brasil, durante o período republicano, o movimento feminista era formado exclusivamente por mulheres da classe trabalhadora.
o direito ao sufrágio foi uma reivindicação presente em diferentes países entre o século XIX e a primeira metade do século XX.
a) Nina Rodrigues
b) Karl Marx
c) Florestan Fernandes
d) Gilberto Freyre
e) Max Weber

Marque a opção correta.

a) A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser trabalhados, de forma transversal, na escola.
b) A orientação sexual e a identidade de gênero podem ser trabalhados em todas as disciplinas.
c) A escola é um local de estudos, amizades, de esportes, de brincadeiras e, também, um lugar para o namoro.
d) A sexualidade deveria ser trabalhada dentro da escola.
e) A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser objetos de permanente atenção e controle na escola.

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