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Testes de integração são feitos para que todas as funcionalidades já testadas considerem agora requisições de HTTP, servidores, SGBDs, APIs externas, gerações de arquivos, envio de mensagens e outras ações que façam parte do conjunto de funcionalidades num contexto real. Pensando em testes de integração, é correto afirmar que: A Testes de integração devem ser totalmente automatizados. B Testes de integração são apenas manuais. C Testes de integração podem ser feitos de forma automatizada e/ou manual. D Ferramentas de automação de testes de integração são apenas open-source. E Ferramentas de automação de testes de integração são apenas proprietárias (comerciais).
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há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas sobre testes de integração: A) Testes de integração devem ser totalmente automatizados. - Embora a automação seja desejável, não é uma regra que todos os testes de integração devem ser automatizados. Existem situações em que testes manuais são mais apropriados. B) Testes de integração são apenas manuais. - Isso não é verdade, pois os testes de integração podem ser realizados tanto de forma manual quanto automatizada. C) Testes de integração podem ser feitos de forma automatizada e/ou manual. - Esta afirmação é correta, pois os testes de integração podem ser realizados de ambas as formas, dependendo das necessidades do projeto. D) Ferramentas de automação de testes de integração são apenas open-source. - Isso não é verdade, pois existem ferramentas de automação tanto open-source quanto proprietárias. E) Ferramentas de automação de testes de integração são apenas proprietárias (comerciais). - Assim como a alternativa D, isso também não é verdade, pois existem ferramentas open-source disponíveis. Portanto, a alternativa correta é: C) Testes de integração podem ser feitos de forma automatizada e/ou manual.

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há 2 anos

Analisando as opções apresentadas: A) Testes de integração devem ser totalmente automatizados - Embora a automação seja altamente recomendada para testes de integração devido à complexidade e variedade de cenários a serem cobertos, não é uma regra absoluta que eles devem ser totalmente automatizados. A combinação de testes automatizados e manuais pode ser benéfica em alguns casos. B) Testes de integração são apenas manuais - Esta afirmação está incorreta, pois os testes de integração podem e devem ser automatizados sempre que possível para garantir eficiência e cobertura adequada. C) Testes de integração podem ser feitos de forma automatizada e/ou manual - Esta opção está correta, pois os testes de integração podem ser realizados tanto de forma automatizada quanto manual, dependendo do contexto e das necessidades do projeto. D) Ferramentas de automação de testes de integração são apenas open-source - Esta afirmação está incorreta, pois existem tanto ferramentas de automação de testes de integração open-source quanto comerciais disponíveis no mercado. E) Ferramentas de automação de testes de integração são apenas proprietárias (comerciais) - Assim como na opção anterior, esta afirmação está incorreta, pois existem opções de ferramentas de automação de testes de integração tanto open-source quanto comerciais. Portanto, a opção correta é: C) Testes de integração podem ser feitos de forma automatizada e/ou manual.

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As medidas de testes mais importantes encontram-se na cobertura e na qualidade. A de cobertura associa a abrangência dos testes e a qualidade, a confiabilidade, estabilidade e o desempenho dos objetivos dos testes. Uma avaliação da cobertura fornece uma medida que avalia a conclusão dos testes e a avaliação dos defeitos indica qual a qualidade do software. Quando falamos em cobertura, temos dois tipos: a cobertura do código (code coverage) e a cobertura de testes (test coverage).
A cobertura de código tem por objetivo:
A Encontrar código não testado, e este tipo de atividade não é utilizada para metrificar a qualidade do software.
B Repassar código testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de caminhos felizes, infelizes e alternativos, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios iniciais do ciclo de vida do software.
C Encontrar código não testado, atividade que é utilizada para bugar a qualidade de software. Exploração de caminhos felizes, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.
D Encontrar código não testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de unicamente caminhos alternativos, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.
E Repassar código testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de unicamente caminhos alternativos, indicando apenas código e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.

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