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A norma ISO/IEC 15504 surgiu em 1991 e trazia consigo o pensamento da normatização de conceitos de facilitar as definições de características dos processos. Na sequência, em 1993, surgiu um projeto chamado SPICE (Software Process Improvement and Capability dEtermination) considerando três aspectos: auxiliar o projeto de norma 15504, inclusão de testes de campo e coleta de dados para consolidação da nova norma. Como outras normas e padrões, o seu objetivo é focado na melhoria de processos. Utiliza-se da análise de resultados como pontos fortes e fracos, bem como sobre o gerenciamento de riscos.
SPICE é dividida em etapas, sendo assim, a seguir temos a definição da parte 5:
A Estabelece os requisitos mínimos para realização da avaliação com boa granularidade para o processo. Nesta fase há classificação dos dados, implantação de responsabilidades e o desenvolvimento de modelos para acompanhamento dos processos.
B Traz uma introdução sobre os conceitos e avaliação dos processos, com destaque a um glossário que define os principais termos avaliativos do processo.
C Estabelece um exemplo de PRM (Process Assessment Model), o qual resume num modelo de referência de processos o ciclo de vida dos processos estabelecidos pela norma.
D Insere uma perspectiva para especificação dos processos, identificando pontos fortes, fracos e riscos.
E Fornece recomendações para avaliação dos requisitos.
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há 11 meses

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há 11 meses

Para responder à sua pergunta sobre a norma ISO/IEC 15504 e o projeto SPICE, vamos analisar as alternativas apresentadas. A parte 5 do SPICE é focada na avaliação de processos e estabelece requisitos para a realização dessa avaliação. Vamos analisar cada alternativa: A) Estabelece os requisitos mínimos para realização da avaliação com boa granularidade para o processo. Nesta fase há classificação dos dados, implantação de responsabilidades e o desenvolvimento de modelos para acompanhamento dos processos. - Esta descrição se alinha com o que se espera da parte 5, que trata da avaliação. B) Traz uma introdução sobre os conceitos e avaliação dos processos, com destaque a um glossário que define os principais termos avaliativos do processo. - Isso parece mais relacionado a uma introdução geral, não especificamente à parte 5. C) Estabelece um exemplo de PRM (Process Assessment Model), o qual resume num modelo de referência de processos o ciclo de vida dos processos estabelecidos pela norma. - Embora relevante, não é o foco principal da parte 5. D) Insere uma perspectiva para especificação dos processos, identificando pontos fortes, fracos e riscos. - Isso é importante, mas não é o foco específico da parte 5. E) Fornece recomendações para avaliação dos requisitos. - Isso também não é o foco principal da parte 5. Com base na análise, a alternativa que melhor descreve a parte 5 do SPICE é a A), pois ela aborda diretamente os requisitos mínimos para a avaliação dos processos.

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As medidas de testes mais importantes encontram-se na cobertura e na qualidade. A de cobertura associa a abrangência dos testes e a qualidade, a confiabilidade, estabilidade e o desempenho dos objetivos dos testes. Uma avaliação da cobertura fornece uma medida que avalia a conclusão dos testes e a avaliação dos defeitos indica qual a qualidade do software. Quando falamos em cobertura, temos dois tipos: a cobertura do código (code coverage) e a cobertura de testes (test coverage).
A cobertura de código tem por objetivo:
A Encontrar código não testado, e este tipo de atividade não é utilizada para metrificar a qualidade do software.
B Repassar código testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de caminhos felizes, infelizes e alternativos, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios iniciais do ciclo de vida do software.
C Encontrar código não testado, atividade que é utilizada para bugar a qualidade de software. Exploração de caminhos felizes, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.
D Encontrar código não testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de unicamente caminhos alternativos, indicando código inútil, desnecessário e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.
E Repassar código testado, atividade que é utilizada para metrificar a qualidade de software. Exploração de unicamente caminhos alternativos, indicando apenas código e mal escrito. Previne defeitos nos estágios finais do ciclo de vida do software.

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