Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas em relação ao conceito do CPC 18(R2) sobre as mutações patrimoniais e como elas devem ser reconhecidas no patrimônio líquido da investidora. a) Equivalência patrimonial do resultado auferido pela investida no exterior e que deve ser contabilizado na investidora, em seu patrimônio líquido. - Esta opção está correta, pois menciona a equivalência patrimonial, que é um conceito relevante para o reconhecimento de resultados no patrimônio líquido. b) Dividendos recebidos de investidas no exterior, cujas variações cambiais serão reconhecidas no patrimônio líquido em função da diferença entre as datas de deliberação e de seu recebimento efetivo pela investidora. - Embora trate de dividendos e variações cambiais, não aborda diretamente a questão das mutações patrimoniais abrangentes. c) Procedimento contábil chamado de contabilização reflexa da investida na investidora. - Este termo não é o mais adequado para descrever a aplicação do conceito mencionado no CPC 18(R2). d) Mais-valia e goodwill apurados na compra das participações societárias pela investidora, de acordo com o CPC 15 – Combinação de Negócios, em função do valor justo apurado na operação de compra. - Embora relevante, não se relaciona diretamente com o reconhecimento de outros resultados abrangentes. e) O valor justo apurado pela investidora com a aplicação do CPC 48 – Instrumentos Financeiros. - Esta opção fala sobre instrumentos financeiros, que não é o foco do trecho do CPC 18(R2). Diante da análise, a alternativa que melhor define a aplicação do conceito sobre as transações contábeis entre a investida e a investidora é: a) Equivalência patrimonial do resultado auferido pela investida no exterior e que deve ser contabilizado na investidora, em seu patrimônio líquido.
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