Ed
há 2 anos
Para analisar a questão, precisamos considerar a responsabilidade civil do Município e as orientações dos Tribunais Superiores. Vamos analisar as alternativas: (A) responde objetivamente em âmbito civil pelos danos causados a Júlia, com base na teoria do risco integral. - A teoria do risco integral se aplica em casos onde a atividade do Estado gera riscos, mas não é a única forma de responsabilização. (B) não pode ser civilmente responsabilizado pelos danos causados a Júlia, em decorrência do fato exclusivo de terceiro. - Essa alternativa pode ser válida em algumas situações, mas não é uma regra geral. (C) responde subjetivamente em âmbito civil pelos danos causados a Júlia, com base na teoria do risco administrativo. - A teoria do risco administrativo implica que o Município deve demonstrar que não houve culpa para se eximir da responsabilidade, o que não se encaixa bem aqui. (D) não pode ser civilmente responsabilizado pelos danos causados a Júlia, pois não há conduta de agente público passível de caracterizar o dever de indenizar. - Essa alternativa pode ser verdadeira, mas depende do contexto da situação hipotética. (E) responde objetivamente em âmbito civil pelos danos causados a Júlia, pois tinha o dever de guarda, vigilância e proteção da aluna na instituição pública. - Essa alternativa é a mais adequada, pois o Município tem a responsabilidade de proteger seus alunos, e a responsabilidade objetiva se aplica nesse contexto. Portanto, a alternativa correta é: (E) responde objetivamente em âmbito civil pelos danos causados a Júlia, pois tinha o dever de guarda, vigilância e proteção da aluna na instituição pública.
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