Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, é importante entender como funciona a aplicação do teto constitucional de remuneração em relação às estatais. Vamos analisar as alternativas: (A) todas as estatais devem ser submetidas ao teto constitucional de remuneração, na medida em que são pessoas jurídicas de direito público. - Isso não é totalmente correto, pois nem todas as estatais são de direito público. (B) nenhuma estatal deve ser submetida ao teto constitucional de remuneração, na medida em que são pessoas jurídicas de direito privado. - Essa afirmação é incorreta, pois algumas estatais, mesmo sendo de direito privado, podem estar sujeitas ao teto. (C) todas as estatais devem ser submetidas ao teto constitucional de remuneração, ainda que sejam pessoas jurídicas de direito privado. - Essa afirmação é exagerada, pois nem todas as estatais de direito privado estão obrigatoriamente submetidas ao teto. (D) as estatais que recebem recursos do respectivo ente federativo para o pagamento de pessoal ou de custeio em geral devem obedecer ao teto constitucional de remuneração, ainda que sejam pessoas jurídicas de direito público. - Esta opção está correta, pois as estatais que recebem recursos públicos devem seguir o teto, independentemente de serem de direito público ou privado. (E) se não receberem recursos do respectivo ente federativo para pagamento de pessoal ou de custeio em geral, as estatais não estão submetidas ao teto constitucional de remuneração, considerando que são pessoas jurídicas de direito privado. - Essa afirmação é verdadeira, mas não abrange todas as situações. Portanto, a alternativa correta é: (D) as estatais que recebem recursos do respectivo ente federativo para o pagamento de pessoal ou de custeio em geral devem obedecer ao teto constitucional de remuneração, ainda que sejam pessoas jurídicas de direito público.
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