Ed
ano passado
Para responder à questão sobre a acumulação de cargos públicos, precisamos considerar o que diz a Constituição Federal, especialmente no que se refere à acumulação de cargos. De acordo com o artigo 37, inciso XVI, da Constituição, a acumulação de cargos públicos é, em regra, vedada, mas existem exceções. A acumulação de um cargo de magistrado com outro cargo remunerado de professor é uma situação que deve ser analisada. Vamos analisar as alternativas: (A) vedada, tendo em vista que a natureza da primeira ocupação não está contemplada na previsão constitucional. - Esta opção não está correta, pois a Constituição permite a acumulação em certas condições. (B) permitida, desde que haja compatibilidade de horário e que um dos cargos seja em comissão. - Esta opção não é totalmente precisa, pois a acumulação de cargos de professor e magistrado não depende de um deles ser em comissão. (C) vedada, pois configuraria infração à norma constitucional que instituiu o teto remuneratório para o funcionalismo público. - Esta opção não é correta, pois a questão do teto não é o principal fator que impede a acumulação. (D) permitida, observadas as normas constitucionais que disciplinam o teto da remuneração mensal dos servidores públicos e a compatibilidade de horário. - Esta opção é a mais correta, pois a acumulação é permitida desde que respeitadas as normas de compatibilidade de horário e o teto remuneratório. (E) permitida, desde que um dos cargos tenha sido preenchido antes da vigência da Emenda Constitucional 19/98. - Esta opção não é correta, pois a regra não depende da data de preenchimento dos cargos. Portanto, a alternativa correta é: (D) permitida, observadas as normas constitucionais que disciplinam o teto da remuneração mensal dos servidores públicos e a compatibilidade de horário.
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