Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à atuação do psicólogo jurídico na subárea de direito das famílias, especialmente em casos onde os responsáveis não conseguem cuidar de uma criança. 1. Encaminhar as crianças e adolescentes para adoção - Essa ação é mais uma decisão do juiz do que do psicólogo, que deve fornecer informações e avaliações. 2. Auxiliar o juiz na decisão de negar ou manter o poder familiar - Embora a testagem psicológica possa ser uma ferramenta, a decisão final é do juiz, e o foco do psicólogo deve ser mais amplo. 3. Ajudar a criança no processo de reintegração familiar - Essa é uma abordagem importante, mas pode não ser a principal função do psicólogo em todos os casos. 4. Avaliar, junto à equipe multidisciplinar, se os pais não conseguem cumprir com seus deveres básicos - Essa opção reflete bem o papel do psicólogo, que deve avaliar a situação familiar e contribuir para a decisão do juiz. 5. Preparar, avaliar e habilitar os candidatos para adotar - Essa função é mais voltada para o processo de adoção e não diretamente para a avaliação da situação da criança. A alternativa que melhor representa a atuação do psicólogo jurídico, considerando a avaliação das condições dos pais e a colaboração com a equipe multidisciplinar, é: Avaliar, junto à equipe multidisciplinar, se os pais não conseguem cumprir com seus deveres básicos de suprir um desenvolvimento sadio aos menores sob sua guarda.