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Sobre os modelos físico-matemáticos que descrevem o fenômeno da falha por fadiga, podemos afirmar, com EXCEÇÃO de:

O modelo S-N é o mais antigo, sendo muito utilizado em projetos de componentes mecânicos que funcionam em regime rotativo, como eixos virabrequim de automóveis.
No modelo S-N, considera-se que períodos de inatividade na utilização do componente não são significativos para o fenômeno da fadiga se o corpo estiver em um ambiente não corrosivo.
A grande dispersão de dados na curva S-N é uma função da grande quantidade de corpos de prova utilizados e suas diferenças macro e microestruturais.
Existem várias técnicas de ensaio relacionadas à curva S-N, originadas a partir dos experimentos de Wöhler, que submeteu um eixo giratório em balanço a um carregamento de flexão.
O ensaio de flexão rotativa é um ensaio de fadiga a baixas ciclos - FBC e é realizado a partir de campo de tensões-trativo e compressivo até ocorrer a ruptura do corpo de prova.
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Praticando Para Aprender

há 2 anos

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta, precisamos analisar as afirmações sobre os modelos físico-matemáticos que descrevem a falha por fadiga e identificar qual delas é a exceção. 1. O modelo S-N é o mais antigo, sendo muito utilizado em projetos de componentes mecânicos que funcionam em regime rotativo, como eixos virabrequim de automóveis. - Esta afirmação é verdadeira. O modelo S-N (tensão vs. número de ciclos) é amplamente utilizado. 2. No modelo S-N, considera-se que períodos de inatividade na utilização do componente não são significativos para o fenômeno da fadiga se o corpo estiver em um ambiente não corrosivo. - Esta afirmação também é verdadeira. O modelo S-N geralmente não considera a inatividade como um fator significativo. 3. A grande dispersão de dados na curva S-N é uma função da grande quantidade de corpos de prova utilizados e suas diferenças macro e microestruturais. - Esta afirmação é verdadeira. A dispersão de dados é influenciada por variáveis como a microestrutura dos materiais. 4. Existem várias técnicas de ensaio relacionadas à curva S-N, originadas a partir dos experimentos de Wöhler, que submeteu um eixo giratório em balanço a um carregamento de flexão. - Esta afirmação é verdadeira. Os experimentos de Wöhler são a base para a curva S-N. 5. O ensaio de flexão rotativa é um ensaio de fadiga a baixas ciclos - FBC e é realizado a partir de campo de tensões-trativo e compressivo até ocorrer a ruptura do corpo de prova. - Esta afirmação é a exceção. O ensaio de flexão rotativa é geralmente associado a fadiga a altos ciclos (HCF), não a baixas ciclos. Portanto, a afirmação que é a exceção é a última: "O ensaio de flexão rotativa é um ensaio de fadiga a baixas ciclos - FBC...".

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Na Engenharia, muitas falhas ocorrem devido a fraturas de algum componente do sistema. Existem casos típicos, em que o componente é submetido a ciclo de tensões ao longo do tempo e a falha ocorre catastroficamente, em um nível de tensão inferior ao da resistência do material. Essa fratura é denominada:


Fratura por ressonância
Fratura por fadiga
Fratura por fluência
Fratura por impacto
Fratura por fragilização do hidrogênio

A partir de um estado geral de tensões, dois estados particulares são essenciais para o entendimento espessura na propagação de trincas, a partir dos entalhes: o estado plano de tensões (EPT) e o estado plano de deformações (EPD). Com relação a esses dois estados, só NÃO podemos afirmar:

O estado plano de deformações ocorre tipicamente em placas espessas, ou seja, a deformação perpendicular à placa é nula.
À medida que nos aproximamos do estado plano de tensões, a região associada a deformação plástica aumenta.
À medida que aumentamos a espessura da placa, temos a evolução do estado plano de tensões para um estado misto até atingirmos o estado plano de deformação.
À medida que nos aproximamos do estado plano de deformações, a zona associada à deformação plástica diminui.
O estado plano de tensões ocorre tipicamente em placas infinitas e espessas que estão sujeitas apenas a forças de carga paralelas a elas, ou seja, σx e σy são diferentes de zero e σz é nula.

Entre as medidas utilizadas para se evitar a correção galvânica, podemos citar, com EXCEÇÃO de:


Tentar isolar eletricamente os dois metais que construirão a junção. Adotar um terceiro metal com características anódicas mais acentuadas que os outros dois metais que participam do componente.
Isolar os dois metais que participam do componente para que não tenham contato.
Colocar em contato metais que estejam próximos na série galvânica.
Adotar um anodo de sacrifício com material mais nobre que os outros dois materiais que já participam da estrutura.
Adotar uma razão entre áreas anodo/catodo o maior possível

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