Na Engenharia, muitas falhas ocorrem devido a fraturas de algum componente do sistema. Existem casos típicos, em que o componente é submetido a ciclo de tensões ao longo do tempo e a falha ocorre catastroficamente, em um nível de tensão inferior ao da resistência do material. Essa fratura é denominada:
Fratura por ressonância Fratura por fadiga Fratura por fluência Fratura por impacto Fratura por fragilização do hidrogênio
A partir de um estado geral de tensões, dois estados particulares são essenciais para o entendimento espessura na propagação de trincas, a partir dos entalhes: o estado plano de tensões (EPT) e o estado plano de deformações (EPD). Com relação a esses dois estados, só NÃO podemos afirmar:
O estado plano de deformações ocorre tipicamente em placas espessas, ou seja, a deformação perpendicular à placa é nula. À medida que nos aproximamos do estado plano de tensões, a região associada a deformação plástica aumenta. À medida que aumentamos a espessura da placa, temos a evolução do estado plano de tensões para um estado misto até atingirmos o estado plano de deformação. À medida que nos aproximamos do estado plano de deformações, a zona associada à deformação plástica diminui. O estado plano de tensões ocorre tipicamente em placas infinitas e espessas que estão sujeitas apenas a forças de carga paralelas a elas, ou seja, σx e σy são diferentes de zero e σz é nula.
Entre as medidas utilizadas para se evitar a correção galvânica, podemos citar, com EXCEÇÃO de:
Tentar isolar eletricamente os dois metais que construirão a junção. Adotar um terceiro metal com características anódicas mais acentuadas que os outros dois metais que participam do componente. Isolar os dois metais que participam do componente para que não tenham contato. Colocar em contato metais que estejam próximos na série galvânica. Adotar um anodo de sacrifício com material mais nobre que os outros dois materiais que já participam da estrutura. Adotar uma razão entre áreas anodo/catodo o maior possível