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João, agente público em exercício, foi chamado para prestar declaração de seus bens na Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, mas recusou-se a fazê-lo no prazo determinado. Com base na Lei de Improbidade Administrativa, Lei nº 8.429/1992, deve-se aplicar a João a pena de:

A) Demissão.
B) Expulsão.
C) Detenção.
D) Pagamento de cestas básicas.
E) Prestação de serviços à comunidade.
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Ensinando Através de Questões

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à questão, precisamos analisar as consequências da recusa de um agente público em prestar declaração de bens, conforme a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992). A recusa em prestar a declaração de bens é considerada uma infração grave e pode levar a sanções administrativas. Vamos analisar as alternativas: A) Demissão - Esta é uma sanção prevista para casos de improbidade administrativa, especialmente quando há recusa em cumprir obrigações legais. B) Expulsão - Este termo é mais utilizado em contextos de instituições de ensino ou associações, não se aplica diretamente a agentes públicos. C) Detenção - A Lei de Improbidade Administrativa não prevê pena de detenção, pois trata-se de sanções administrativas, não penais. D) Pagamento de cestas básicas - Esta não é uma sanção prevista na Lei de Improbidade Administrativa. E) Prestação de serviços à comunidade - Embora possa ser uma sanção em outros contextos, não é a principal sanção prevista para a recusa em prestar declaração de bens. Diante disso, a alternativa correta, que se alinha com as sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa para a recusa em prestar declaração de bens, é: A) Demissão.

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A ação para a aplicação das sanções previstas na Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa) prescreve em:

a) Dois anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.
b) Quatro anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.
c) Cinco anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.
d) Oito anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.
e) Dez anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.

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