Ed
há 2 anos
Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as opções em relação ao que se sabe sobre a terapia celular e a resistência ao HIV, especialmente no contexto do gene CCR5, que é um receptor que o HIV utiliza para entrar nas células. Vamos analisar as alternativas: a) permitirá que eventuais futuros filhos do paciente transplantado também possuam células resistentes à infecção pelo HIV. - Essa opção não é correta, pois a resistência adquirida não é transmitida geneticamente dessa forma. b) possibilitou a produção, pelas células sanguíneas do paciente após o transplante, de receptores CCR5 aos quais o vírus HIV não se liga. - Essa opção é parcialmente correta, mas não aborda a mutação que ocorre. c) promoveu mutações no gene CCR5 das células do paciente, ocasionando a produção de proteína à qual o HIV não se liga. - Esta opção é correta, pois a terapia celular geralmente envolve a edição do gene CCR5 para que as células não expressem o receptor ao qual o HIV se liga. d) gerou novos alelos mutantes que interagem com o gene do receptor CCR5 do paciente, ocasionando a resistência à entrada do HIV nas células do paciente. - Embora mencione alelos mutantes, não é a descrição mais precisa do que acontece. e) confirma que o alelo mutante que confere resistência à infecção pelo HIV é dominante sobre o alelo selvagem do gene CCR5. - Essa opção não é correta, pois a resistência não é simplesmente uma questão de dominância. A alternativa que melhor descreve a terapia celular em relação ao HIV e ao gene CCR5 é: c) promoveu mutações no gene CCR5 das células do paciente, ocasionando a produção de proteína à qual o HIV não se liga.
Cadastre-se ou realize login
Mais perguntas desse material