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Para os efeitos da Lei no 8.248, de 23/10/1991, NÃO são considerados bens e serviços de informática e automação

(A) os programas para computadores, máquinas, equipamentos e dispositivos de tratamento da informação e respectiva documentação técnica associada (software).
(B) os componentes eletrônicos a semicondutor, optoeletrônicos, bem como os respectivos insumos de natureza eletrônica.
(C) as máquinas, equipamentos e dispositivos baseados em técnica digital, com funções de coleta, tratamento, estruturação, armazenamento, comutação, transmissão, recuperação ou apresentação da informação, bem como os seus respectivos insumos eletrônicos, partes, peças e suporte físico para operação.
(D) as mercadorias dos segmentos de áudio, áudio e vídeo e lazer e entretenimento constantes da relação elaborada conforme nomenclatura do Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias.
(E) os serviços técnicos associados aos bens e serviços considerados válidos nos incisos desta Lei.
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Para responder à sua pergunta, precisamos identificar qual alternativa não se enquadra na definição de bens e serviços de informática e automação segundo a Lei nº 8.248/1991. Vamos analisar as alternativas: (A) os programas para computadores, máquinas, equipamentos e dispositivos de tratamento da informação e respectiva documentação técnica associada (software) - Esta opção se refere a bens e serviços de informática. (B) os componentes eletrônicos a semicondutor, optoeletrônicos, bem como os respectivos insumos de natureza eletrônica - Esta opção também se refere a bens de informática e automação. (C) as máquinas, equipamentos e dispositivos baseados em técnica digital, com funções de coleta, tratamento, estruturação, armazenamento, comutação, transmissão, recuperação ou apresentação da informação, bem como os seus respectivos insumos eletrônicos, partes, peças e suporte físico para operação - Esta opção se refere a bens de informática. (D) as mercadorias dos segmentos de áudio, áudio e vídeo e lazer e entretenimento constantes da relação elaborada conforme nomenclatura do Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias - Esta opção não se refere a bens e serviços de informática e automação. (E) os serviços técnicos associados aos bens e serviços considerados válidos nos incisos desta Lei - Esta opção se refere a serviços que estão dentro da definição da lei. Portanto, a alternativa que NÃO é considerada bens e serviços de informática e automação, segundo a Lei nº 8.248/1991, é a (D).

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Craque NetoCraque Neto

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A seguinte formulação resume, conceitualmente, o argumento central do texto:

(A) Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo.
(B) Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa.
(C) Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização.
(D) Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-los com cuidados “para o seu próprio bem”.
(E) Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus?

Atente para as seguintes afirmacoes: 4. No primeiro parágrafo, ao empregar a expressão à sua obra, a autora está-se referindo às propriedades acumuladas pelo velho da classe mais favorecida. 44. No segundo parágrafo, o contexto permite entender que o termo 'investe', entre aspas, está empregado na acepção que lhe conferem os economistas. 444. No terceiro parágrafo, a expressão racionalização do trabalho identifica o rigor com que se planeja e se operacionaliza a produção industrial. Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

(A) I, II e III.
(B) I e II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II, apenas.
(E) II e III, apenas.

Depreende-se da leitura do texto que, na sociedade industrial, a sabedoria acumulada pelos velhos

(A) vale apenas quando eles ainda mostram aptidão para trabalhar.
(B) é menosprezada porque não se costuma considerá-la produtiva.
(C) é cultuada com a mesma complacência com que se vê a criança.
(D) é bem acolhida somente quando eles pertencem à classe abastada.
(E) vale apenas quando eles assumem um papel passivo na família.

Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de um segmento do texto em:

(A) o defendem da desvalorização de sua pessoa = subestimam seu prestígio pessoal.
(B) age com duplicidade e má fé = porta-se ora com isenção, ora com justiça.
(C) Que ele nos poupe de seus conselhos = Que seja parcimonioso em suas recomendações.
(D) especialmente discriminados = particularmente depreciados.
(E) empreitas pesadas = cargos de máxima responsabilidade.

A concordância verbal está plenamente respeitada na frase:

A) Quando ocorre aos preconceituosos explicar por que discriminam os velhos, costumam valer-se de argumentos hipócritas.
B) Os cuidados que se toma com a formação de uma criança não se estendem às atenções que se presta a um velho.
C) O primado das mercadorias sobre os homens acabam por engendrar a impiedosa desvalorização da velhice.
D) Quando se os privam da liberdade de escolha, os velhos são reduzidos ao estatuto da passividade e da dependência.
E) Por que é que a tão poucos costumam sensibilizar, no trato com os velhos, a preciosidade que é a sabedoria acumulada numa vida?

Transpondo-se para a voz ativa a construção aproveita-se dele o braço servil, a forma verbal resultante deverá ser:
A) é aproveitado.
B) seja aproveitado.
C) aproveitem.
D) aproveitam.
E) tem aproveitado.

Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase:

(A) A obra do velho não se costuma perdurar porque as pessoas em geral rejeitam o que perfaz o sentido de toda a sua vida.
(B) De acordo com Sartre, nos defendemos pela acumulação de bens dos outros que julgamos constituir nossa ameaça.
(C) Para os adultos, a criança proporciona um investimento, ao passo que para com os velhos costuma ocorrer o contrário.
(D) Caso não se rendam às mentiras e à persuasão de quem os cuida, há o risco de submeterem os velhos à violência.
(E) É penoso reconhecer que, uma vez abandonados num asilo, muitos velhos ainda crêem tratar-se de uma morada provisória.

Ao dizer que, por vezes, é preciso julgar os fatos ocultos, o juiz referido no texto está considerando os casos em que há a necessidade de

(A) aplicar a lei com todo o rigor, desconsiderando as lições de uma jurisprudência bem constituída.
(B) intuir, para além do que está nos autos, a verdade profunda que neles se encontra escamoteada.
(C) fazer prevalecer todo o peso do subjetivismo sobre a aplicação objetiva dos dispositivos legais.
(D) ignorar toda e qualquer mediação da análise mais pessoal, no momento de proferir a sentença.
(E) desmascarar os argumentos de ambas as partes, com vistas à anulação do processo.

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