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Existe um defeito cristalino que permite aos metais se deformarem plasticamente. Tal defeito se chama: A Átomo substitucional. B Schottky. C Frenkel. D Falha de empilhamento. E Discordância.
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rayssaescorcio27703

há 2 anos

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta sobre o defeito cristalino que permite aos metais se deformarem plasticamente, vamos analisar as opções: A) Átomo substitucional - Este é um tipo de defeito onde um átomo em uma rede cristalina é substituído por outro átomo de um elemento diferente, mas não é diretamente responsável pela deformação plástica. B) Schottky - Este é um tipo de defeito de vacância onde átomos estão ausentes na rede cristalina, mas não é o principal responsável pela deformação plástica. C) Frenkel - Este é um defeito onde um átomo é deslocado de sua posição normal, criando uma vacância e um intersticial, mas também não é o principal responsável pela deformação plástica. D) Falha de empilhamento - Este tipo de defeito está relacionado à estrutura de empilhamento dos planos atômicos, mas não é o principal responsável pela deformação plástica. E) Discordância - Este é um tipo de defeito que se refere a uma descontinuidade na rede cristalina, que é fundamental para a deformação plástica em metais, permitindo que os planos atômicos deslizem uns sobre os outros. Diante da análise, a alternativa correta é: E) Discordância.

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Muitas ligas metálicas são formadas por solução sólida. A solução sólida ocorre quando se faz um átomo de um metal entrar na rede de outro metal, substituindo o átomo que lá havia. Desta forma, um dos fatores necessários para se formar uma solução sólida é:
A ter átomos de eletronegatividades muito distintas.
A ter átomos de eletronegatividades muito distintas.
B ter metais de estruturas cristalinas distintas.
C ter átomos de tamanhos muito distintos.
D ter átomos de eletronegatividades próximas.
E ter, no mínimo, 50% de cada átomo na rede cristalina do que se chama liga.

O defeito Frenkel é um defeito muito conhecido nos materiais cerâmicos. É praticamente impossível se fabricar um material cerâmico, principalmente quando este compõe um material avançado, sem este defeito. Sobre o defeito Frenkel, podemos afirmar:
A que há ausência de um par cátion-ânion em suas posições normais, deixando lacunas na rede cristalina.
B que se pode considerar que um cátion saiu de um sítio intersticial e se moveu para um sítio normal.
C que se pode considerar que um ânion saiu de um sítio intersticial e se moveu para um sítio normal.
D que se pode considerar que um ânion saiu de seu sítio normal e se moveu para um sítio intersticial.
E que se pode considerar que um cátion saiu de seu sítio normal e se moveu para um sítio intersticial.

Sobre os defeitos cristalinos em cerâmicos, analise as seguintes asserções: I – Os defeitos Schottky e Frenkel coexistem na rede cristalina do cerâmico. PORQUE II – Ambos os defeitos são necessários para se manter a eletroneutralidade do material.
Considerando essas asserções, assinale a opção que representa a correta relação entre elas.
I – Os defeitos Schottky e Frenkel coexistem na rede cristalina do cerâmico.
II – Ambos os defeitos são necessários para se manter a eletroneutralidade do material.
A As asserções I e II estão incorretas.
B A asserção I está correta e a asserção II está incorreta.
C A asserção I está correta e a asserção II é uma justificativa da asserção I.
D A asserção I está correta e a asserção II, apesar de correta, não é uma justificativa da asserção I.
E A asserção I está incorreta e a asserção II está correta.

O defeito Schottky é um defeito presente nos cerâmicos, praticamente impossível de não existir. Tal defeito, porém, não afeta a eletronegatividade da estrutura cristalina do cerâmico. Sobre tal defeito, podemos afirmar:
A que se pode considerar que um ânion saiu de um sítio intersticial e se moveu para um sítio normal.
B que se pode considerar que um cátion saiu de seu sítio normal e se moveu para um sítio intersticial.
C que se pode considerar que um cátion saiu de um sítio intersticial e se moveu para um sítio normal.
D que se pode considerar que um ânion saiu de seu sítio normal e se moveu para um sítio intersticial.

Um dos defeitos pontuais mais comuns em metais e cerâmicas são os defeitos pontuais de lacuna. Neste tipo de defeito, simplesmente temos a ausência de um átomo em uma posição onde era esperado um átomo. Este tipo de defeito é uma função da temperatura. Diante destas informações, analise as afirmacoes a seguir:
De acordo com essas afirmações, assinale a opção que apresenta as alternativas corretas:
I – O número de lacunas diminui com o aumento da temperatura do material.
II – A diminuição do número de lacunas é exponencial com a temperatura.
III – Além do fator temperatura, para se formar uma lacuna também é necessário se ter um mínimo de energia para retirar um átomo de sua posição na rede cristalina.
A somente III.
B II e III.
C somente II.
D I e II.
E somente I.

Um sólido cristalino de determinado metal está a 20°C. A temperatura deste metal foi então diminuída para −10°C. Considerando a energia de ativação para formação de lacuna de 1 J, assinale a alternativa que prevê o número de lacunas formadas neste material, com a mudança de temperatura.
A 1000
B 3500
C 0
D 3000
E 10

Quando dois metais de características bem distintas, como estrutura atômica e eletronegatividade, são misturados em uma solução, temos formado: A Um composto intermetálico. B Um cerâmico. C Uma solução sólida. D Um aço. E Um sólido isomorfo.

Na estrutura cristalina de um metal, é encontrada entre os átomos da rede uma impureza de raio atômico muito menor que o raio atômico do metal. Esta rede cristalina não tem defeitos de lacunas e todos os átomos da rede cristalina são idênticos. Sobre essa impureza, podemos afirmar que:
A é uma impureza intersticial e sua presença diminui a resistência do metal.
B é uma impureza intersticial e sua presença aumenta a resistência do metal.
C é uma impureza substitucional e sua presença aumenta a resistência do metal.
D é uma impureza substitucional e sua presença diminui a resistência do metal.
E é um defeito da rede onde se tem um átomo do próprio metal deslocado.

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