Ed
há 2 anos
Para analisar a questão, precisamos considerar os princípios constitucionais que regem a atuação da autoridade pública, especialmente no que diz respeito à proteção da propriedade e à necessidade de indenização em casos de desapropriação ou uso de bens privados. Vamos analisar as alternativas: (A) ilícita, pois não foi antecedida de indenização; - Esta opção sugere que a falta de indenização torna a conduta ilícita, o que é correto em muitos casos de desapropriação. (B) lícita, não sendo devida qualquer indenização; - Esta opção não é correta, pois a Constituição geralmente exige indenização em casos de desapropriação. (C) lícita, desde que João seja indenizado em até trinta dias; - Embora a indenização seja necessária, a limitação de prazo não é um critério constitucional. (D) lícita, desde que João tenha expressamente concordado com o uso; - A concordância pode ser um fator, mas não é suficiente para garantir a licitude sem a devida indenização. (E) ilícita, pois não foi antecedida de autorização legislativa e de indenização. - Esta opção é correta, pois a Constituição exige tanto a autorização legislativa quanto a indenização para a licitude da conduta. Diante da análise, a alternativa correta é: (E) ilícita, pois não foi antecedida de autorização legislativa e de indenização.
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