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A figura mostra uma bússola que, além de indicar a direção dos polos magnéticos da Terra, indica também a inclinação α das linhas de campo no local onde ela está. Bússolas como essa se inclinam αE em regiões próximas ao equador, αT em regiões próximas aos trópicos e αP em regiões próximas aos círculos polares. Conhecendo a configuração do campo magnético terrestre (veja a figura) pode-se afirmar que:

(A) αP > αT > αE.
(B) αT > αP > αE.
(C) αP > αE > αT.
(D) αT > αE > αP.
(E) αE > αT > αP.
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Desafios Para o Conhecimento

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos entender como a inclinação das linhas de campo magnético da Terra varia em diferentes regiões geográficas. 1. Regiões próximas ao equador (αE): Aqui, a inclinação das linhas de campo magnético é menor, pois as linhas estão mais paralelas à superfície da Terra. 2. Regiões próximas aos trópicos (αT): A inclinação começa a aumentar, mas ainda não é tão acentuada quanto nas regiões polares. 3. Regiões próximas aos círculos polares (αP): A inclinação é maior, pois as linhas de campo magnético se tornam mais verticais. Com base nessa análise, podemos concluir que a inclinação aumenta da seguinte forma: αE (menor) < αT < αP (maior). Portanto, a relação correta é: αP > αT > αE. Assim, a alternativa correta é: (A) αP > αT > αE.

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A figura mostra um dispositivo para experimentos de eletrostática, cujo objetivo é determinar o sinal e a intensidade q das cargas elétricas de partículas desconhecidas. O dispositivo é utilizado da seguinte maneira: tendo duas cargas pontuais conhecidas +Q e –Q, ambas de mesmo módulo, mas de sinais contrários, a +Q é colocada na extremidade inferior de um pêndulo que tem a extremidade superior fixa em um suporte móvel. O suporte móvel do pêndulo pode ser deslocado manualmente nos sentidos horário e anti-horário sobre um semicírculo. A outra carga –Q e a carga q desconhecida são fixas equidistantes do centro O do semicírculo, de maneira que a reta que une essas duas cargas é a hipotenusa horizontal de um triângulo isósceles e retângulo, veja a figura. O experimento é feito de maneira que, para cada carga desconhecida q, movimenta-se o suporte sobre o circulo no sentido horário ou anti-horário, até que a carga +Q do pêndulo fique suspensa e em equilíbrio no centro do semicírculo. Nessa situação de equilíbrio, o pêndulo formará um ângulo com a horizontal. Com fundamentos nas leis de Newton e de Coulomb, e desprezando os efeitos gravitacionais, assinale a alternativa correta. Considere as cargas +Q e –Q não nulas.

(A) Se /2 > > /4, q será negativa e de módulo maior que Q.
(B) Se = /4, q é nula.
(C) Se /4 > > 0o, q será negativa e de módulo menor que Q.
(D) Se = 0o, q é negativa e de módulo igual a Q.
(E) Se /2 > > 0o, q será sempre positiva.

A figura mostra duas cascas esféricas condutoras concêntricas no vácuo, descarregadas, em que a e c são, respectivamente, seus raios internos, e b e d seus respectivos raios externos. A seguir, uma carga pontual negativa é fixada no centro das cascas. Estabelecido o equilíbrio eletrostático, a respeito do potencial nas superfícies externas das cascas e do sinal da carga na superfície de raio d, podemos afirmar, respectivamente, que

a) V(b) > V(d) e a carga é positiva.
b) V(b) < V(d) e a carga é positiva.
c) V(b) = V(d) e a carga é negativa.
d) V(b) > V(d) e a carga é negativa.
e) V(b) < V(d) e a carga é negativa.

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