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8. No contexto prisional, a psicologia jurídica pode contribuir para:

a) A criação de políticas públicas sem envolvimento direto com detentos.
b) A ressocialização de pessoas privadas de liberdade, promovendo reflexões sobre seus atos e auxiliando na reintegração social.
c) A aplicação de penas mais severas para crimes hediondos.
d) A substituição do trabalho da equipe administrativa da prisão.
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Estudo Através de Questões

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Vamos analisar as alternativas apresentadas: a) A criação de políticas públicas sem envolvimento direto com detentos. - Essa opção não reflete a contribuição direta da psicologia jurídica, que geralmente envolve o trabalho com os detentos. b) A ressocialização de pessoas privadas de liberdade, promovendo reflexões sobre seus atos e auxiliando na reintegração social. - Esta opção está alinhada com o papel da psicologia jurídica, que busca ajudar na reintegração e ressocialização dos indivíduos. c) A aplicação de penas mais severas para crimes hediondos. - Essa opção não é uma contribuição da psicologia jurídica, que foca mais na reabilitação do que na severidade das penas. d) A substituição do trabalho da equipe administrativa da prisão. - Essa opção não é uma função da psicologia jurídica, que não visa substituir funções administrativas. Diante da análise, a alternativa correta é: b) A ressocialização de pessoas privadas de liberdade, promovendo reflexões sobre seus atos e auxiliando na reintegração social.

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