Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos entender como funciona a medida provisória no Brasil e o que acontece quando ela é rejeitada pelo Congresso Nacional. De acordo com a Constituição Federal, quando uma medida provisória é rejeitada, ela perde a eficácia. A questão é sobre o momento em que essa perda de eficácia ocorre e quais são os prazos e procedimentos envolvidos. Analisando as alternativas: (A) Edição, se o Congresso Nacional não editar Resolução disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até trinta dias, após a rejeição. - Incorreto, pois o prazo não é de trinta dias. (B) Rejeição, se o Congresso Nacional não editar Resolução disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até sessenta dias, após a rejeição. - Correto, pois a medida provisória perde a eficácia a partir da rejeição, e o prazo para a edição de Resolução é de sessenta dias. (C) Rejeição, se o Congresso Nacional não editar Decreto Legislativo disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até sessenta dias, após a rejeição. - Incorreto, pois o termo correto é Resolução, não Decreto Legislativo. (D) Edição, se o Congresso Nacional não editar Resolução disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até sessenta dias, após a rejeição. - Incorreto, pois a perda de eficácia ocorre na rejeição, não na edição. (E) Edição, se o Congresso Nacional não editar Decreto Legislativo disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até sessenta dias, após a rejeição. - Incorreto, pela mesma razão da alternativa (D). Portanto, a alternativa correta é: (B) rejeição, se o Congresso Nacional não editar Resolução disciplinando as relações jurídicas dela decorrentes, em até sessenta dias, após a rejeição.
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