Ed
há 2 anos
Para que um negócio jurídico seja considerado anulável por dolo, é necessário que o dolo seja de um dos contratantes e que tenha a intenção de enganar, ou seja, deve ser um dolo "mau" e "principal". O dolo de terceiro, por si só, não torna o negócio anulável, a menos que o outro contratante tenha conhecimento ou pudesse ter conhecimento do dolo. Analisando as alternativas: a) Acidental e de terceiro - Não é correto, pois o dolo deve ser de um dos contratantes. b) Acidental e de um dos contratantes - Não é suficiente, pois o dolo deve ser "mau" e "principal". c) Mau, principal e de um dos contratantes, pois, caso seja de terceiro, o negócio jurídico só é anulável se o outro contratante, em negócio oneroso, sabia ou podia saber do dolo - Esta opção está correta, pois explica as condições necessárias para a anulabilidade. d) Bom, principal e de terceiro - Não é correto, pois o dolo deve ser "mau". e) Bom, acidental e de um dos contratantes - Também não é correto, pois o dolo deve ser "mau". Portanto, a alternativa correta é: c) Mau, principal e de um dos contratantes, pois, caso seja de terceiro, o negócio jurídico só é anulável se o outro contratante, em negócio oneroso, sabia ou podia saber do dolo.
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