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Em 16/02/2016, Gisele praticou um crime de lesão corporal culposa simples no trânsito, vitimando Maria Clara. Gisele, então, procura seu advogado para saber se faz jus à transação penal, esclarecendo que já foi condenada definitivamente por uma vez a pena restritiva de direitos pela prática de furto e que já se beneficiou do instituto da transação há 7 anos. Deverá o advogado esclarecer sobre o benefício que

A) não cabe oferecimento de proposta de transação penal porque Gisele já possui condenação anterior com trânsito em julgado.
B) não cabe oferecimento de proposta de transação penal porque Gisele já foi beneficiada pela transação em momento anterior.
C) poderá ser oferecida proposta de transação penal porque só quem já se beneficiou da transação penal nos 3 anos anteriores não poderá receber novamente o benefício.
D) a condenação pela prática de furto e a transação penal obtida há 7 anos não impedem o oferecimento de proposta de transação penal.
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Desafios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para analisar a questão sobre a possibilidade de Gisele receber uma proposta de transação penal, precisamos considerar as regras que regem a transação penal no Código de Processo Penal. 1. Condenação anterior: Gisele já foi condenada definitivamente por furto, mas a transação penal é um benefício que pode ser oferecido em casos de infrações de menor potencial ofensivo, e a condenação anterior não impede automaticamente o oferecimento da transação penal. 2. Benefício anterior: Gisele já se beneficiou da transação penal há 7 anos. O Código de Processo Penal estabelece que quem já se beneficiou da transação penal nos últimos 3 anos não pode receber novamente o benefício. Como se passaram 7 anos, isso não é um impedimento. Agora, vamos analisar as alternativas: A) não cabe oferecimento de proposta de transação penal porque Gisele já possui condenação anterior com trânsito em julgado. - Incorreta, pois a condenação anterior não impede automaticamente a transação. B) não cabe oferecimento de proposta de transação penal porque Gisele já foi beneficiada pela transação em momento anterior. - Incorreta, pois o prazo de 3 anos já foi ultrapassado. C) poderá ser oferecida proposta de transação penal porque só quem já se beneficiou da transação penal nos 3 anos anteriores não poderá receber novamente o benefício. - Correta, pois Gisele não se beneficiou da transação nos últimos 3 anos. D) a condenação pela prática de furto e a transação penal obtida há 7 anos não impedem o oferecimento de proposta de transação penal. - Embora a condenação não impeça, a parte sobre a transação penal obtida há 7 anos não é a razão correta para o oferecimento. Portanto, a alternativa correta é: C) poderá ser oferecida proposta de transação penal porque só quem já se beneficiou da transação penal nos 3 anos anteriores não poderá receber novamente o benefício.

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Considere as seguintes situações hipotéticas: I. Aloísio é denunciado pelo Ministério Público como incurso no artigo 155, caput, do Código Penal (furto), com pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa. II. Patrícia é denunciada pelo Ministério Público como incursa no artigo 333, do Código Penal (crime de corrupção ativa), com pena de reclusão de 2 a 12 anos e multa. III. Mauro é denunciado pelo Ministério Público como incurso no artigo 297, caput, do Código Penal (falsificação de documento público), com pena de reclusão de 2 a 6 anos e multa. IV. Priscila é denunciada pelo Ministério Público como incursa no artigo 331, do Código Penal (desacato), com pena de detenção de 6 meses a 2 anos, ou multa. Nos termos preconizados pela Lei no 9.099/1995 (Juizados Especiais Criminais), considerando que os quatro denunciados são primários e não ostentam qualquer antecedente criminal o Ministério Público poderá propor a suspensão condicional do processo para:

(A) Aloísio, Patrícia e Priscila, apenas.
(B) Priscila, apenas.
(C) Aloísio e Priscila, apenas.
(D) todos os denunciados.
(E) Aloísio, Mauro e Priscila, apenas.

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