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Portal TvWeb Voltamos com a resposta à nossa questão da interatividade. Vamos lá Gulliver serv- servidor público municipal foi vítima de crime de injúria em razão de suas funções. em razão de suas funções. Em decorrência desse fato, foi instaurado um inquérito policial para investigar a notícia do crime, sendo identificado o acusado. soubemos quem é o autor do fato analisado este fato narrado e, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, é correto afirmar que a resposta correta é a alternativa a. Por quê? Porque o Gulliver poderá optar por ofertar queixa crime assistido por um advogado ou oferecer representação ao Ministério Público para que seja analisada a possibilidade de oferecimento de denúncia. Então nós temos aqui neste caso. É uma dupla espécie de ação penal. Nós estamos diante aqui de uma ação penal pública condicionada a representação um ação penal privada, ou seja, ele tem aqui o Gulliver as dois opções. Por que as dois opções se a gente for ver o crime de injúria lá pelo Código Penal. preenche aquela aquela observação que a gente comentou aqui. O crime somente se processa mediante queixa. No final do artigo ou no final do capítulo vem escrito os crimes previstos nesse capítulo somente se processa mediante queixa. Então, o crime de injúria é um crime contra a honra que de ação penal privada. Então, ou seja, só pode ser iniciado o processo através de uma queixa crime oferecida pelo próprio ofendido através do seu advogado, mas pelo fato do Gulliver ser servidor público municipal, ou seja, funcionário público e também a injúria ter sido praticada no exercício das suas funções, como destaque expressamente previsto no problema na questão. Ele tem a opção também desse tipo de crime ser processado mediante ação penal pública condicionada à representação. Então, por isso que a resposta correta dá essas dois opções ao Gulliver. Se ele não fosse servidor público municipal ou se a ofensa não tivesse ocorrido no exercício das suas funções, a ação seria ação penal privada e ele só poderia iniciar a ação penal através de uma queixa crime através do seu advogado. sendo servidor público municipal e tendo a ofensa sido proferida no exercício das suas atividades, ele passa a ter essas dois opções ou fazer com que seja oferecida uma queixa crime através de advogado e iniciar uma ação penal privada ou representar para o Ministério Público para que o Ministério Público ofereça a denúncia e inicie uma ação penal pública condicionada à representação. continuamos aqui a nossa aula sobre a ação penal. A gente vai falar da peça que inicia a ação penal. Na verdade, nós falamos que são dois tipos de ação penal, né? A ação penal pública e a ação penal privada a pública. Ela é dividida em dois. subespécies incondicionada e acondicionada. Mas qualquer uma dessas espécies, a ação penal é iniciada pela denúncia e no caso da privada, a ação penal é iniciada pela queixa crime a denúncia. Nós vamos estudar então primeiro a denúncia aqui que diz a denúncia nos termos do artigo 24 do CPP. A eh a ação penal pública condicionada ou incondicionada se inicia por meio da denúncia oferecida pelo Ministério Público, que eu também já comentei com vocês com o oferecimento da denúncia é que se formaliza o direito de ação, então a a partir do momento que o Ministério Público oferece a denúncia, eu posso dizer que há processo penal, que há acusação formal. Antes disso, eu não tenho antes do oferecimento da denúncia, eu não tenho o processo penal. Eu não posso chamar nem o réu de réu. Eu posso chamá lo de suspeito de investigado. Agora chamá lo de acusado de réu é só depois. do oferecimento da denúncia, que é quando se tem essa acusação formal. Qual é o conteúdo da denúncia? Conteúdo da denúncia está previsto no artigo 14 um do Código de Processo Penal. Artigo 14 um diz que a denúncia ou queixa e aqui já aproveitando como é um artigo que é utilizado para as dois espécies de peça, tanto para a denúncia quanto para queixa, eu já aproveito e já explico os dois esse requisito para as dois espécies de peça para denúncia e para queixa. O Artigo 41 diz que a denúncia ou queixa conterá a narrativa do fato com todas as suas circunstâncias, vai conter a identificação do acusado ou sinais característicos pelos quais ele possa ser identificado. A a classificação jurídica do crime e, se possível, o rol de testemunhas. Então destes deste conteúdo do artigo 41. nós temos três conteúdos obrigatórios, um facultativo. Primeiro narrativa do fato com todas as suas circunstâncias, é um conteúdo obrigatório nele. O fato tem que ser narrado com todos os seus detalhes, ou seja, a denúncia tem que trazer todas as informações sobre o fato. Depois tem que identificar o réu, né? Tem que trazer todos os elementos de informação do réu. Se não for possível qualificar esse réu com o nome, sobrenome, estado civil, profissão. eh O Código no artigo 41 diz que tem que trazer elementos pelos quais ele possa ser identificado. Então eu não sei o nome, eu não sei o sobrenome, mas eu sei que ele é conhecido ali naquela região como tripa seca ou como o Zé da esquina, né? Então ou ou mata todos. Enfim, a alcunha dele já é um elemento de identificação. Eu não sei o apelido, eu não sei a alcunha, eu não sei a qualificação, mas ele tem uma uma tatuagem muito característica aqui no rosto tem de repente uma gota, tem de repente, uma estrela ou tem uma frase tatuada no rosto. Isso é um sinal característico pelo qual ele possa ser identificado, então precisa constar na denúncia. O que não pode é não ter nada, não ter nenhum elemento de qualificação e nenhum elemento de identificação. Ah, Ele é alto, magro, de cor branca, aparenta ter um metro 70 de altura mais ou -45 anos. Isso são todos elementos de identificação. Se eu não sei o nome, se eu não sei a qualificação, eu tenho que trazer esses elementos de identificação na denúncia a classificação jurídica do crime. tem que dizer qual é o crime, qual é o artigo e se for o caso, o rol de testemunhas é o momento oportuno para apresentação do rol de testemunhas. Prazo para o oferecimento dessa denúncia. A denúncia é o prazo está previsto lá no artigo 46 do Código de Processo Penal. Se o réu eser preso, o prazo é de cinco dias contados da data em que o órgão do Ministério Público receber os. do inquérito policial. Então, uma vez concluídos o inquérito policial concluído o inquérito policial, esses autos do inquérito vão ser remetidos ao Ministério Público e a partir do momento que ele recebe esses autos do inquérito, aí começa a contar esse prazo de cinco dias, estando o réu preso. Tá se ele estiver solto ou afiançado. É que a lei usa a expressão solto ou afiançado, mas vocês associem da seguinte forma estando o réu solto, o prazo para oferecer a denúncia é de 15 dias. Jamais a gente soma esses prazos. cinco com 1520 dias pra oferecer denúncia não se está preso cinco dias se está solto 15 dias cinco dias preso conta a partir do momento que o Ministério Público recebeu os autos do inquérito policial. sol a contagem é a partir do momento em que o Ministério Público também recebe esses autos do inquérito policial. Mas aí o prazo é maior. O prazo é de 15 dias. Tá e se não tiver inquérito policial no caso da ausência do inquérito policial, como é que conta este prazo para oferecimento da denúncia, o prazo passa a contar. da data em que teve recebido as peças ou a representação, ou seja, a partir do momento que se for uma ação penal pública condicionada, por exemplo, a partir do momento que a vítima deu essa representação para o Ministério Público iniciar o processo penal, então teve a representação a partir disso, estando preso cinco dias. estando solto 15 dias ou eventualmente não houve inquérito, mas o Ministério Público fez uma investigação, uma investigação completamente independente de inquérito policial. A partir do momento que essa investigação é concluída e o promotor recebe esses autos de informação, começa a contar o prazo para o oferecimento da denúncia. mas pode acontecer do Ministério Público não oferecer a denúncia no prazo legal, ou seja, não oferecer a denúncia no prazo de cinco dias, estando o réu preso, não oferecer a denúncia no prazo de 15 dias, estando o réu solto. quais as consequências disso. O Ministério Público pode oferecer a denúncia mesmo fora desse prazo. Existe o prazo, mas ele pode oferecer a denúncia fora desse prazo. Acontece que o não oferecimento dentro de um prazo vai gerar algumas consequências e quais. essas consequências. Eu trouxe aqui para vocês. São quatro consequências. A primeira delas é o indiciado ou alguém por ele poderá impetrar uma ordem de habeas corpus, alegando estar preso por mais tempo que o determinado por lei. Então esta hipótese só vai ser possível. no caso do réu preso. Se o Ministério Público não oferecer a denúncia lá no prazo de cinco dias, ele continua preso, ultrapassou esse prazo, caracteriza constrangimento ilegal, então ele tem que ser colocado em liberdade. Então qualquer pessoa pode impetrar um habeas corpus para colocar esse réu em liberdade. segunda consequência do não oferecimento dentro do prazo é a vítima ou pessoa que legalmente o represente poderá dar início à ação penal por meio da queixa, substituindo assim o promotor desidioso nos termos do artigo 29 do CPP, que foi o que eu falei para vocês em outra oportunidade da aula, ou seja, a partir do momento que Ministério Público não oferece a denúncia no prazo legal, surge para o ofendido a possibilidade de oferecer a queixa crime subsidiária. Então, se o promotor não respeitar esse prazo, estando o réu preso ou solto, ultrapassou o prazo de cinco dias ou ultrapassou o prazo de 15 dias, surge para o ofendido a possibilidade de oferecer uma queixa crime no lugar desta denúncia. terceira consequência, o promotor perderá nos termos do artigo 801 do CPP, tantos dias de vencimento quantos forem os excedidos. Ou seja, se o Ministério Público tinha que oferecer a denúncia em cinco dias e ele ofereceu em oito quantos dias ele excedeu três, então ele vai ter descontado do seu salário esses três dias. Então é possível descontar do salário do promotor. Cada dia de atraso que ele tiver no oferecimento da denúncia. Tá nos termos do artigo 801 do CPP e última hipótese quarto hipótese. dependendo do caso concreto, poderá ainda o representante do Ministério Público, o faltoso, o desidioso que não ofereceu a denúncia incorrer nas sanções do artigo 319 do Código Penal, que é o crime de prevaricação. Ou seja, ele é obrigado a oferecer a denúncia, mas ele deixa de fazer em razão de um interesse. específico, o interesse próprio ou alheio. E aí ele responde pelo crime de prevaricação. Em qualquer dessas hipóteses, o Ministério Público pode oferecer a denúncia fora do prazo. Ele só ele pode oferecer fora do prazo, mas isso não isenta dessas consequências, não o isenta dessa responsabilização. eh E. Ele só vai poder oferecer essa denúncia fora do prazo. Se eventualmente o crime não estiver prescrito. Enquanto não estiver prescrito, ele pode oferecer fora desses prazos, mas vai ser responsabilizado. Vai, vai arcar aí com essas consequências que a gente acabou eh de ver. continuando extinção da punibilidade. Recebendo os autos do IP, pode o promotor entender que já se extinguiu a punibilidade por prescrição ou por qualquer outra causa, como pode ser a decadência, por exemplo, morte do agente, por exemplo, nesse caso. o Ministério Público não vai oferecer a denúncia. O que que ele vai fazer? Ele vai encaminhar esses autos para o juiz e requerer que o juiz declare extinta a punibilidade. Então ele não oferece denúncia se ele perceber que ocorreu uma dessas causas extintivas da punibilidade. acontece também se o crime for de ação penal exclusivamente privada, o Ministério Público não pode oferecer a denúncia que que vai acontecer se o crime for de ação penal exclusivamente privada. Ministério Público, ao receber os autos do inquérito ou as peças de informação, ele vai encaminhar esses autos de inquérito e essas peças de informação para o cartório. e o cartório do fórum vai guardar estes autos até o ofendido a vítima oferecer a queixa crime através de advogado. Por quanto tempo isso vai ficar guardado pelo prazo decadencial de seis meses, porque a gente sabe que a queixa crime tem que ser oferecida no prazo decadencial de seis meses. então pode ocorrer. Voltando aqui pro nosso material, pode ocorrer que o inquérito verse sobre crime de exclusivação privada. Assim, recebendo os autos do IP, deve o promotor de Justiça, nos termos do artigo 19 do CPP, requerer que os autos do IP permaneçam em cartório, aguardando a iniciativa da vítima ou de quem de direito para o início da ação penal privada. Então, se for o caso de ação penal privada, o Ministério Público encaminha os autos do inquérito as peças de informação para o cartório e o cartório deixa lá para que a vítima ofereça a queixa crime. Use essas peças de informação. Use as informações produzidas no inquérito policial para embasar essa ação penal privada, essa queixa crime. Se a vítima não oferecer a queixa crime dentro do prazo de seis meses, aí ocorre a decadência e não pode utilizar mais esse material guardado em cartório. pode acontecer também. E aí é o nosso próximo item da denúncia ser recebida ou rejeitada. Então, a partir do momento que o Ministério Público oferece a denúncia, surge para o juiz dois opções receber ou rejeitar a denúncia. Se ele receber, o processo segue adiante. Juiz vai mandar citar o réu citando o réu, o réu vai oferecer resposta à acusação. vai haver audiência de instrução. Depois, a audiência de instrução tem os debates orais ou memoriais e o juiz sentencia, recebeu o processo prossegue até o seu final, mas pode acontecer do juiz rejeitar quando o juiz vai rejeitar a denúncia nas hipóteses do artigo 319 e cinto do Código de Processo Penal. Quais são essas hipóteses? Primeira a. por falta dos requisitos essenciais de natureza formal. Por exemplo, nós já falamos aqui que a denúncia ela tem que qual o conteúdo da denúncia. A denúncia tem que conter os requisitos do artigo 41. Os requisitos do artigo 41 deles é a exposição do fato criminoso, qualificação do acusado a classificação jurídica do crime. um desses elementos não estiver dentro da denúncia, um dos requisitos do artigo 14 um não estiver contido na denúncia, a denúncia vai ser rejeitada por falta desses requisitos essenciais. A famosa inépcia da inicial. Essa denúncia vai ser rejeitada por inépcia da inicial por não conter esses requisitos do artigo 14 um. voltando aqui pro nosso material. A segunda hipótese que a gente tem de rejeição da denúncia é por ausência de qualquer das condições genéricas da ação, possibilidade jurídica do pedido, legitimidade e interesse de agir. Ou seja, as condições da ação aqui no processo penal são as mesmas condições da ação no processo civil. Então a possibilidade jurídica do pedido, legitimidade e interesse de agir. Não preencheu essas condições. O juiz vai rejeitar a denúncia. por falta dos pressupostos processuais de existência e validade. Então, por exemplo, quem ofereceu a denúncia não foi o MP. Então eu não tenho um pressuposto válido aí pra iniciar esse processo penal. Ah, o pedido da parte. Ele não condiz a parte não é parte interessada na ação penal. Então o pedido não condiz com a parte, né? Aquela parte não poderia estar pleiteando ali aquela ação penal. O juiz. é impedido, já teve coisa julgada, ou seja, esse caso já foi julgado anteriormente em outro processo, esse mesmo fato. Então a gente não pode ter em idem no processo penal. Então já houve essa coisa julgada e aí por isso. A denúncia vai ser rejeitada ou se for do caso também de litispendência que que seria essa litispendência Já existe um processo com as mesmas partes pelo mesmo fato Ah, em desenvolvimento. Então eu não posso ter dois nesse sentido. Então, uma vez rejeitada a denúncia, dependendo do fundamento, poderá ou não outra ser oferecida no lugar. Então, por exemplo, se o pedido é juridicamente impossível, Ah, eu eu quero processar a Lua por ter atirado me atingido com um pedaço do seu material do material que a compõe. É um pedido juridicamente impossível. né? Por quê? Porque a Lua não é sujeito ativo de crime, né? É não pratica um crime com dolo nem com culpa. Então não tem como processá-la a condená-la pela prática de um crime de lesão corporal, por exemplo. Então é um pedido juridicamente impossível. Uma vez rejeitado, você não pode oferecer outra denúncia, mas dependendo do motivo, outra denúncia pode ser oferecida, como é o caso de ilegitimidade de parte. Ah, o ofendido ofereceu a denúncia. mas aí ela foi rejeitada porque quem deveria oferecer a denúncia é o Ministério Público. Então, se o promotor vier oferecer a denúncia, está regularizada. E aí essa outra denúncia foi oferecida no lugar. Tá bom recurso cabível contra essa rejeição da denúncia contra a rejeição da denúncia, não cabe recurso. Tá desculpa contra o recebimento da denúncia, que é a primeira hipótese aqui não cabe recurso no máximo, no máximo cabe um habeas corpus que não é recurso. agora da rejeição da denúncia, cabe recurso em sentido estrito, o famoso Rese, que é o artigo 5181 do CPP inciso um do CPP e no caso de Juizado Especial Criminal, o recurso cabível contra a rejeição é a apelação. Então não pode confundir aí que nós temos dois recursos distintos. Em caso de juizado, é apelação contra a rejeição da denúncia e não sendo o caso de juizado, procedimento sumário ou ordinário. Aí é. hipótese de recurso em sentido estrito. Essa denúncia pode ser aditada, que significa dizer pode ser emendada em regra, não no processo penal. Nós não temos emenda da inicial processo penal. Se a denúncia não estiver redondinha nos termos do artigo 14 um do Código de Processo Penal, ela vai ser rejeitada. acontece que excepcionalmente ela pode ser aditada. E quando que isso vai acontecer aqui no material, eu coloquei para vocês pode ocorrer se for acontecer a qualquer momento do processo antes da sentença, para fim de suprir as suas. Então, por exemplo, quando que eu posso aditar a denúncia, quando for para incluir a data do crime, local, instrumento utilizado, nome da vítima, nome do réu, etc. Caso contrário, fugindo dessas hipóteses, aí eu não posso aditar o mesmo. Já não se pode dizer quanto aos elementos essenciais, por exemplo, a tipicidade, causas de aumento qualificadora. Aqui você está inovando a acusação e a inovar a acusação. não é aditamento Contudo, aí o aditamento da inicial não fica impedido, mesmo quando a gente está inovando. O que se exige nesse caso é que, dependendo da situação, seja refeita essa instrução e que a defesa a defesa seja ouvida novamente. É um instituto que a gente tem aí de Mutacio Libelli que vocês vão estudar numa outra oportunidade. Então é possível o aditamento sim, é possível o aditamento. eh Quando Quando for pra incluir data local, o instrumento utilizado quando foi pra mudar a qualificadora, o artigo do crime. Isso só é possível excepcionalmente quando a gente tiver diante desse instituto da Mácio Libelle. vamos para a interatividade. Jorge foi preso em flagrante pela prática do delito de roubo. Durante as investigações, descobriram se mais vítimas dessa prática criminosa, angariando se mais documentação que comprovariam esses demais delitos praticados por Jorge. Como se sabe, esses autos são enviados ao Ministério Público, que é quem tem por lei, a função privativa de promover a ação penal pública. em relação à ação penal, assinal a alternativa correta. Então vamos ver quais as opções que a gente tem aqui. O prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de cinco dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial e de 15 dias se o réu estiver solto ou afiançado. B O prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de 10 dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial e de 20 dias se o réu estiver solto ou afiançado. o prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de cinco dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial e de 20 dias se o réu estiver solto ou afiançado. o prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de 10 dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial e de 15 dias se o réu estiver solto o afiançado. e o prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de 15 dias, contados da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial e de 13 dias. Se o réu estiver solto ou afiançar. Essa é a nossa. Última opção Bom, vamos a resposta. voltando aqui ao enunciado. O problema diz Jorge foi preso em flagrante pela prática do delito de roubo. Roubo é um crime de ação penal pública incondicionada. Então, ou seja, vai ser iniciado através do processo através de uma denúncia oferecida pelo Ministério Público. durante as investigações, ou seja, teve inquérito policial. Descobriram se mais vítimas dessa prática criminosa, angariando se mais documentação que comprovariam esses demais delitos praticados por Jorge. Então, o que não falta aqui é prova de autoria e materialidade. Como se sabe, estes autos do inquérito policial são enviados ao Ministério Público, que é quem tem por lei, a função privativa de promover a ação penal pública em relação à ação penal, assinale a alternativa correta. A alternativa correta aqui é a alternativa a o que eu disse pra vocês o que que a questão quer saber qual é o prazo para o oferecimento da denúncia. O que eu falei pra vocês, que é o que está previsto no Código de Processo Penal. O prazo é de cinco dias, estando o. réu preso 15 dias estando o réu solto a partir de quando se conta este prazo. Este prazo de cinco dias estando o réu preso se conta a partir do momento que o Ministério Público recebeu os autos do inquérito policial. estando o réu solto também tendo o inquérito, conta se esse prazo de 15 dias a partir do momento que o Ministério Público recebe os autos do inquérito policial. Mas e se não tiver autos de inquérito policial, é a partir do momento que tiver representação, ou se for ação penal pública condicionada ou a partir do momento que o Ministério Público receber os autos das peças de informação. neste caso, o problema deixa claro para a gente que teve inquérito. Então esse prazo passa a contar a partir do momento que o Ministério Público recebe os autos do inquérito policial. Então, o que diz a alternativa o prazo para o oferecimento da denúncia, estando o réu preso será de cinco dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial é de 15 dias se o réu estiver solto ou afiançado. concluindo é exatamente o prazo expressamente previsto no artigo cinco preso 15 solto e a contagem desse prazo iniciada a partir do momento em que o Ministério Público recebe os autos do inquérito policial. Com isso, a gente encerra a nossa aula até a próxima.