Ed
há 2 anos
Para identificar o crime próprio contra a administração pública que exige a qualidade jurídica especial de funcionário público, vamos analisar as alternativas: a) Tráfico de Influência - Este crime pode ser cometido por qualquer pessoa, não necessariamente um funcionário público. b) Usurpação de função pública - Este crime envolve a prática de atos próprios de um funcionário público por alguém que não possui essa qualidade, portanto, não se encaixa na definição. c) Corrupção ativa - Este crime envolve a oferta de vantagem a um funcionário público, mas não exige que o agente ativo seja um funcionário público. d) Facilitação de contrabando ou descaminho - Este crime não exige a qualidade de funcionário público para ser cometido. Dessa forma, a alternativa que melhor se encaixa na definição de crime próprio, onde o sujeito ativo deve ser um funcionário público, é: b) Usurpação de função pública.
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