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10) “/ Porém primeiro, / para poder fazer o necessário /” Esse trecho destacado equivale à:
A) Todavia primeiro, para poder fazer o necessário...
B) E primeiro, para poder fazer o necessário...
C) Porque primeiro, para poder fazer o necessário...
D) Se primeiro, para poder fazer o necessário...
E) Como primeiro, para poder fazer o necessário...
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EnfermagemEmFoco

há 12 meses

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há 12 meses

Para entender a equivalência do trecho "Porém primeiro, para poder fazer o necessário", precisamos analisar o significado da palavra "porém". Essa palavra é uma conjunção adversativa, que indica uma oposição ou contraste em relação ao que foi dito anteriormente. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Todavia primeiro, para poder fazer o necessário... - "Todavia" é uma conjunção adversativa e pode ser considerada equivalente a "porém". Portanto, essa opção é válida. B) E primeiro, para poder fazer o necessário... - "E" é uma conjunção aditiva, que não expressa oposição, então não é equivalente. C) Porque primeiro, para poder fazer o necessário... - "Porque" introduz uma explicação, não uma oposição, então não é equivalente. D) Se primeiro, para poder fazer o necessário... - "Se" introduz uma condição, o que não é equivalente a "porém". E) Como primeiro, para poder fazer o necessário... - "Como" pode indicar uma comparação ou uma explicação, mas não é equivalente a "porém". Dessa forma, a alternativa que melhor equivale ao trecho destacado é a) Todavia primeiro, para poder fazer o necessário...

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TEXTO I: As dores do mundo "Sinto bem fundo todas as dores do mundo. Só que meu poema não conseguiu tocar em feridas maiores, Abro os jornais e leio e choro e me arrepio com a fome, com a guerra, com a aids, com a violência, com a destruição do verde e da vida. Tento escrever, mas sai um poema impotente. Fico pensando: As dores do mundo pedem canções ou exigem ação?" (Elias José) TEXTO II: É preciso fazer alguma coisa "Escrevo esta canção porque é preciso. Se não a escrevo, falho com o pacto que tenho abertamente com a vida: E é preciso fazer alguma coisa para ajudar o homem. Mas agora. Cada vez mais sozinho e feroz, a ternura extraviada de si mesma, o homem está perdido em seu caminho. É preciso fazer alguma coisa para ajudá-lo. Ainda é tempo."
01) É possível dizer que os textos I e II dialogam entre si claramente através do seguinte par de frases:
A) “/ou exigem ação?/” “/É preciso fazer alguma coisa/”
B) “/se não a escrevo, falho com o pacto/” “/Abro os jornais/”
C) “/Cada vez mais sozinho e feroz/” “/tento escrever/”
D) “Ainda é tempo.” “/As dores do mundo / pedem canções/”
E) “/Dentro do riso torto que disfarça/” “/Tento escrever/”

TEXTO I: As dores do mundo "Sinto bem fundo todas as dores do mundo. Só que meu poema não conseguiu tocar em feridas maiores, Abro os jornais e leio e choro e me arrepio com a fome, com a guerra, com a aids, com a violência, com a destruição do verde e da vida. Tento escrever, mas sai um poema impotente. Fico pensando: As dores do mundo pedem canções ou exigem ação?" (Elias José)
02) “/ Abro os jornais / e leio e choro e me arrepio /”. O termo repetido por três vezes neste trecho destacado tem o seguinte significado:
A) Intensificar as dores do mundo.
B) Limitar as ações do autor.
C) Prolongar o sofrimento sentido pelo eulírico.
D) Acrescentar uma ação à outra de modo a reforçar e demonstrar a gradação do sofrimento.
E) A exclusão das ações.

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