O terceiro molar é o oitavo e último elemento de cada hemiarcada, estando localizado distalmente em relação ao segundo molar. Apesar de os elementos carregarem consigo diferenças anatômicas, o popularmente chamado "dente do siso" é um elemento que apresenta diversas variações anatômicas, como número de raízes, que podem ou não ser fusionadas, número de cúspides e variações em seus sulcos.
Diante desse fato, em uma escultura dos elementos 38 e 48, quais cuidados devem ser observados para que o dente não perca as características e seja reconhecido como um terceiro molar?
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Ed
ano passado
Para identificar as características do terceiro molar (dente do siso) e garantir que ele seja reconhecido corretamente em uma escultura, é importante considerar as variações anatômicas típicas desse dente. Analisando as alternativas: A) Deve-se esculpir apenas uma raiz e duas cúspides, com apenas um sulco entre as cúspides, demonstrando-se que é realmente um elemento diferente. - Esta opção não reflete a realidade dos terceiros molares, que geralmente têm mais de uma raiz e mais cúspides. B) A dentição em molares é muito parecida, portanto, por estar na face distal do segundo molar, deve-se esculpir de forma idêntica aos elementos 37 e 47. - Essa opção é incorreta, pois os terceiros molares têm características distintas. C) Os terceiros molares mesclam as características do primeiro e do segundo molares; portanto, deve-se fornecer as características do segundo molar, com um tubérculo de Carabelli, de forma semelhante ao primeiro molar. - Embora os terceiros molares possam ter características mescladas, a presença do tubérculo de Carabelli é mais comum no primeiro molar. D) Deve-se seguir o formato dos molares, porém com quatro ou cinco cúspides irregulares, com sulcos secundários e cristas e raízes fusionadas. - Esta opção é mais adequada, pois os terceiros molares frequentemente apresentam cúspides irregulares e raízes que podem ser fusionadas. E) Os terceiros molares inferiores devem ser esculpidos com oito cúspides bem delimitadas e separadas por uma ponte de esmalte, além de suas duas raízes, sendo uma vestibular e outra lingual. - Essa descrição é exagerada, pois os terceiros molares não têm oito cúspides. Portanto, a alternativa correta é: D. Deve-se seguir o formato dos molares, porém com quatro ou cinco cúspides irregulares, com sulcos secundários e cristas e raízes fusionadas.


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Jacinto Teles Silva
ano passado
D) Deve-se seguir o formato dos molares, porém com quatro ou cinco cúspides irregulares, com sulcos secundários e cristas e raízes fusionadas. - Esta opção é mais adequada, pois os terceiros molares frequentemente apresentam cúspides irregulares e raízes que podem ser fusionadas.