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Homem, 31 anos, submetido à punção venosa central à direita para nutrição parenteral total, evoluiu com pneumotórax moderado. Foi realizada drenagem torácica em selo d’agua com fuga aérea durante o esforço de tossir, com melhora do quadro após dois dias.
É CRITÉRIO PARA RETIRADA DO DRENO:
A. Débito de 200 a 300 mL nas últimas 24 horas.
B. Redução do pneumotórax de pelo menos 30%.
C. Radiograma de tórax sem alteração do parênquima pulmonar.
D. Ausência de fuga aérea por mais de 24 horas.
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Questões Para a Compreensão

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Respostas

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Para determinar o critério para a retirada do dreno torácico em casos de pneumotórax, é importante considerar as diretrizes clínicas. A retirada do dreno geralmente é indicada quando há ausência de fuga aérea e o pulmão está completamente expandido. Vamos analisar as alternativas: A. Débito de 200 a 300 mL nas últimas 24 horas. - Um débito elevado pode indicar que o dreno ainda é necessário, então essa opção não é um critério para retirada. B. Redução do pneumotórax de pelo menos 30%. - Embora a redução do pneumotórax seja importante, não é um critério definitivo para a retirada do dreno. C. Radiograma de tórax sem alteração do parênquima pulmonar. - Um radiograma normal é um bom indicativo, mas não é o critério mais específico para a retirada do dreno. D. Ausência de fuga aérea por mais de 24 horas. - Este é um critério clássico para a retirada do dreno, pois indica que o pulmão está se mantendo expandido sem vazamento de ar. Portanto, a alternativa correta é: D. Ausência de fuga aérea por mais de 24 horas.

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Homem, 26 anos, foi atropelado por um ônibus. Foi levado ao hospital, onde foram constatadas fraturas fechadas, de fêmur direito e pelve. Foi submetido a tração do membro, deixado em repouso e aguardando procedimento cirúrgico das fraturas. No segundo dia de internação, apresentou desconforto respiratório. Exame físico: estado geral regular, FR = 28 irpm; oximetria de pulso (ar ambiente) = 91%, rebaixamento do nível de consciência, petéquias nas axilas. Tomografia de crânio: sem alterações; angiotomografia de tórax: infiltrado intersticial bilateral.
AS CONDUTAS SÃO:
A. Heparinização plena; antibioticoterapia de largo espectro.
B. Antibioticoterapia de largo espectro; fixação das fraturas.
C. Heparinização plena; suporte ventilatório.
D. Suporte ventilatório; fixação das fraturas.
Alternativa A: INCORRETA. TEP geralmente ocorre após o terceiro dia de internação; se houvesse esse diagnóstico, teríamos a indicação de heparinização plena.
Alternativa B: INCORRETA. Na tomografia não há presença de consolidação e não há indicação clínica de tosse ou febre para pensarmos em pneumonia e, assim, iniciar antibiótico de amplo espectro.
Alternativa C: INCORRETA. O suporte ventilatório é fundamental na embolia gordurosa, porém, heparinização plena ou trombolítico não apresenta benefícios.
Alternativa D: CORRETA. Tema que vem aparecendo cada vez mais em provas. Cabe ao aluno detectar um quadro que faz diagnóstico diferencial com TEP, diante de uma fratura de osso longo. A tríade clássica da embolia gordurosa é composta de insuficiência respiratória aguda, trombocitopenia e disfunção neurológica, exatamente como no caso clínico da questão. A embolia gordurosa já aparece nas PRIMEIRAS 24 a 72 horas, por obstrução da microvasculatura por micropartículas de gordura e consequente vasculite inflamatória. Qual a conduta diante da embolia gordurosa? SUPORTE (Suplementação de Oxigênio + Estabilização hemodinâmica). Como preveni-la? É fundamental evitar o choque e a hipóxia desde a cena do acidente, e proceder a fixação precoce das fraturas.

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