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Tendo em vista o previsto no Código Tributário Nacional (CTN), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
a) Durante o processo de importação de uma mercadoria, se já negociado o valor do bem e realizado o pagamento, mas antes do desembaraço aduaneiro, for publicada nova legislação tributária aumentando a alíquota do tributo incidente sobre o fato, a nova alíquota deverá ser cobrada.
( ) Segundo o princípio da anterioridade, a legislação tributária não pode retroagir para aumentar tributos, especialmente no caso de tributos sobre a importação, que seguem o art. 150, III, "b" da Constituição Federal.
( ) A regra geral é que um tributo só pode ser cobrado no ano seguinte ao da publicação da lei que o institui ou altera, salvo em casos excepcionais.
( ) Se a negociação foi realizada e o pagamento já foi feito antes da publicação da nova legislação, a nova alíquota não pode ser cobrada retroativamente, pois o fato gerador já ocorreu, e a alíquota acordada previamente deve ser mantida.
( ) O aumento de alíquota só poderia ser aplicado em fatos geradores futuros, após o novo marco legal entrar em vigor.
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ano passado

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ano passado

Vamos analisar cada uma das afirmativas com base no Código Tributário Nacional (CTN) e na Constituição Federal: ( ) Durante o processo de importação de uma mercadoria, se já negociado o valor do bem e realizado o pagamento, mas antes do desembaraço aduaneiro, for publicada nova legislação tributária aumentando a alíquota do tributo incidente sobre o fato, a nova alíquota deverá ser cobrada. É falsa (F). De acordo com o princípio da anterioridade, a nova alíquota não pode ser aplicada retroativamente a fatos geradores que já ocorreram. ( ) Segundo o princípio da anterioridade, a legislação tributária não pode retroagir para aumentar tributos, especialmente no caso de tributos sobre a importação, que seguem o art. 150, III, "b" da Constituição Federal. É verdadeira (V). O princípio da anterioridade impede que a nova legislação tributária que aumenta tributos tenha efeito retroativo. ( ) A regra geral é que um tributo só pode ser cobrado no ano seguinte ao da publicação da lei que o institui ou altera, salvo em casos excepcionais. É verdadeira (V). Essa é a regra geral prevista no art. 150, III, "b" da Constituição Federal. ( ) Se a negociação foi realizada e o pagamento já foi feito antes da publicação da nova legislação, a nova alíquota não pode ser cobrada retroativamente, pois o fato gerador já ocorreu, e a alíquota acordada previamente deve ser mantida. É verdadeira (V). O fato gerador já ocorreu e, portanto, a nova alíquota não pode ser aplicada. ( ) O aumento de alíquota só poderia ser aplicado em fatos geradores futuros, após o novo marco legal entrar em vigor. É verdadeira (V). O aumento de alíquota deve respeitar o princípio da anterioridade e só pode ser aplicado a fatos geradores que ocorrerem após a nova legislação entrar em vigor. Agora, organizando as respostas: 1. F 2. V 3. V 4. V 5. V Portanto, a sequência correta é: F - V - V - V - V.

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O Município de Capivara, por meio de sua Câmara de Vereadores, aprovou determinada lei com o fulcro de interpretar ponto obscuro do Código Tributário Municipal. Considere que tal lei não impõe a aplicação de penalidades e que não foi determinada, em seus dispositivos, a sua vigência.
Sobre a aplicação dessa lei, podemos afirmar que:
a) Aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
b) Aplica-se, respeitado o princípio da anterioridade, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
c) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
d) Aplica-se aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.
e) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.

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