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De forma evidente a interdisciplinaridade passou a ser utilizada pelos historiadores a partir da década de 1970, na qual a antropologia e a sociologia, entre outras ciências, foram utilizadas como instrumentos para compreender as tradições e outros fenômenos.
A nova forma de abordagem resultou no surgimento de publicações relevantes sobre gênero, minorias, hábitos e costumes, entre outros temas, e passou a ser denominada
História de Vida.
História Cultural.
História das Minorias.
História Mental.
Estudos Sociais.
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Exercícios Para o Conhecimento

ano passado

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ano passado

A abordagem mencionada, que utiliza a interdisciplinaridade e se concentra em temas como gênero, minorias, hábitos e costumes, é comumente referida como História Cultural. Essa vertente busca entender a história a partir de diferentes perspectivas e contextos sociais.

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O aprendizado histórico deve ser organizado de modo que as suas diferentes formas sejam abordadas, praticadas e articuladas em uma relação consistente e dinâmica de desenvolvimento. Nesse processo, têm importância não apenas os fatores cognitivos, mas nele também devem ser considerados os componentes estéticos e políticos da consciência da história e da cultura histórica como pré-requisitos, condições e determinações essenciais dos objetivos do aprendizado histórico.
Com referência ao texto precedente, é correto afirmar que, no que concerne à teoria do ensino e da aprendizagem de história, Jörn Rüsen.
Desarticula o aprendizado de história da pesquisa histórica, orientada por componentes cognitivos ausentes nesse aprendizado.
Confere caráter pluralista ao aprendizado histórico, ao considerar suas múltiplas formas e diferentes componentes.
Defende uma posição antinarrativista nos âmbitos da teoria e da didática da história.
Orienta o ensino e a aprendizagem de história por metas políticas, tais como a disseminação dos valores da cidadania.
Pressupõe a incomunicabilidade entre teoria da historiografia e teoria da aprendizagem histórica.

A contradição nas nossas sociedades não resulta apenas do fosso entre a cultura e a economia, resulta do próprio processo de personalização, de um processo sistemático de atomização e de individualização narcísica.
A partir da citação acima, é CORRETO afirmar:
A sociedade das máscaras modernas está sendo substituída pela única verdade do mundo pós-moderno.
A partir da ideia da tolerância nasce a defesa da ausência de ordem e progresso social. O consumo coletivo prevalece sobre o consumo individualizado.
Os indivíduos na era da pós-modernidade ou crise da modernidade estão cada vez mais conscientes das essências de suas personalidades.
Na crítica à modernidade, o pensamento pós-moderno fragmenta-se e contribui na construção da sociedade do individualismo, da solidão e do vazio.
O progresso e a felicidade prometidos pelo projeto civilizatório alcançam sua instância máxima na sociedade do consumo.

Leia o trecho a seguir e responda: "O conceito de _____________ deve ser construído no ensino de história, visa a construção do “eu” e do “outro”, e a construção do eu e do “nós”, que tem lugar em diferentes contextos da vida humana e nos diferentes espaços de convívio."
A alternativa que preenche corretamente a lacuna é
Classes Sociais.
Sociedades.
Identidades.
Pós-modernidade.
Cultura.

Assinale a alternativa que traz a CORRETA interligação entre as noções de modernidade e progresso.
A noção de modernidade e de progresso são e relacionam na construção de sociedades humanas ricas de novidades, porém desordenadas.
A modernidade e o progresso não podem ser relacionados, tendo em vista que a busca pela novo não precisa vir acompanhada do conceito relativo de progresso.
A Belle Époque e a busca da beleza que a caracterizou determinava um mundo de progresso em que a beleza sempre estaria acima da ordem e da disciplina.
A ordem não pressupõe o progresso no mundo da modernidade.
A modernidade, como um projeto civilizatório, se baseou na construção de uma sociedade disciplinar voltada para o progresso, e da chamada modernização, a partir deste originada.

Segundo o entendimento de Koselleck, como pode ser entendida a relação entre passado, presente e futuro na escrita histórica?
Os três tempos são independentes, mas sem relação alguma com a escrita histórica.
No processo de escrita, o historiador precisa ter a consciência de que essas três temporalidades – passado, presente e futuro – se faziam presentes também entre aqueles que ele está estudando.
O passado, presente e futuro se relacionam na divisão das épocas e nas projeções históricas.
O tema não é explorado por Koselleck.
Os três tempos são interdependentes, mas sem relação alguma com a escrita histórica.

Entre o final dos anos 1980 e o início da década seguinte, o mundo passou, nos termos do historiador francês Ernest Labrousse, por uma “conjuntura histórica de transformação”, separando a bipolaridade estrita do pós-guerra de uma nova situação econômica e política caracterizada por múltiplas polaridades, cujos contornos não estão ainda muito bem definidos.
No texto acima, assinala-se a dificuldade em definir os contornos da nova ordem mundial, iniciada entre o final da década de 1980 e o início da década de 1990. Entretanto, com relação a esse período, há concordância entre os historiadores quanto ao papel central desempenhado pela(o)
crescente inter-relação dos mercados globais devido à mudança de percepção do papel das fronteiras políticas.
fim dos regionalismos, com a dissolução do bloco soviético e a difusão dos planos econômicos quinquenais.
decadência do regime liberal, em decorrência da consolidação das fronteiras nacionais e da crescente regulamentação do mercado.
Otan, em decorrência da adesão ao Pacto de Varsóvia e como resultado da conscientização da interdependência econômica.
universalização do padrão-ouro como resultado da internacionalização dos mercados e da concorrência entre capitais internacionais.

A escassez de testemunhos sobre o comportamento e atitudes das classes subalternas do passado é com certeza o primeiro – mas não o único – obstáculo contra o qual as pesquisas históricas do gênero se chocam.
O autor dessa passagem, Carlo Giznburg, é considerado um dos mais influentes autores da chamada micro-história e da cultura popular na Idade Moderna. Com base nas concepções desse autor e da micro-história, avalie as afirmacoes a seguir:
I – Apesar das diferenças entre a cultura popular e a cultura de elite, havia entre elas uma relação de interações e de influências recíprocas, isto é, havia uma “circularidade”.
II – A falta de evidências sobre a cultura popular impediu que se realizassem pesquisas, por exemplo, sobre a vida dos camponeses que, por serem iletrados, não participavam do que os historiadores consideram como esfera “produtora de cultura”.
III – Entre a cultura das classes populares e os setores aristocráticos da sociedade europeia da Idade Moderna havia uma fronteira bem definida, que refletia o abismo econômico e de status social entre ambos e, nesse sentido, o caso do moleiro Menochio deve ser interpretado como curiosidade e exceção.
IV – Baseada na exploração exaustiva das fontes e na descrição etnográfica, a micro-história adota uma perspectiva de observação dos fenômenos em escala reduzida, diferentemente das propostas da história serial e quantitativa.
II e III.
II, III e IV.
I, III e IV.
I e IV.
I e II.

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