Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão sobre objetos transicionais, é importante entender o conceito proposto por Donald Winnicott. Os objetos transicionais são itens que ajudam a criança a lidar com a angústia da separação e a transição entre a dependência e a independência. Vamos analisar as alternativas: A) O cobertor minimiza a angústia do contato de Luc com a realidade e contribui para o estabelecimento de um “eu” diferenciado do “não-eu”. - Esta alternativa está correta, pois os objetos transicionais ajudam a criança a desenvolver sua identidade e a lidar com a realidade. B) O cobertor está sob o controle onipotente de Luc e, por isso, auxilia no processo gradativo de separação da mãe, valorizado somente depois de a criança reconhecer a realidade externa tal como ela é. - Embora mencione o controle, a ideia de que isso só é valorizado após o reconhecimento da realidade não é precisa. C) Podemos considerar que do ponto de vista da criança o objeto transicional é uma forma de alucinação. - Isso não é correto, pois os objetos transicionais são reais e têm um significado emocional, não são alucinações. D) Os objetos transicionais (dedo, fralda, cobertor, bichinhos...) são fundamentais para a criança, pois permitem que ela negue a realidade da separação da mãe, o que a poupa da vivência da angústia de separação. - Essa alternativa é enganosa, pois os objetos não servem para negar a realidade, mas sim para ajudar a criança a lidar com ela. E) Os objetos transicionais comprometem o processo de independência da criança, pois interferem na vivência da angústia de separação. - Isso não é verdade, pois os objetos transicionais, na verdade, ajudam a criança a desenvolver a independência. Diante da análise, a alternativa correta é: A) O cobertor minimiza a angústia do contato de Luc com a realidade e contribui para o estabelecimento de um “eu” diferenciado do “não-eu”.
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