Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando a legislação brasileira sobre testamento e a emancipação. A) O testamento de Renatinho é válido, pois em que pese a incapacidade civil relativa no momento da sua feitura, a emancipação concedida por seus pais retroage e tem o efeito de convalidar o ato. - A emancipação realmente retroage, mas Renatinho tinha apenas 16 anos no momento do testamento, o que gera uma dúvida sobre a validade do ato antes da emancipação. Portanto, essa alternativa não é totalmente correta. B) O testamento de Renatinho é válido em razão dos efeitos da emancipação concedida por seus pais, no entanto, a destinação patrimonial é ineficaz, visto que só podem ser chamadas a suceder na sucessão testamentária pessoas jurídicas já previamente constituídas. - A afirmação sobre a validade do testamento é questionável, pois ele foi feito antes da emancipação. Além disso, a destinação a uma fundação é válida, desde que a fundação seja constituída conforme a lei. Portanto, essa alternativa também não é correta. C) O testamento de Renatinho é válido, pois a lei civil assegura aos maiores de 16 anos a possibilidade de testar, bem como a possibilidade de serem chamados a suceder, na sucessão testamentária, as pessoas jurídicas cuja organização for determinada pelo testador sob a forma de fundação. - Esta alternativa está correta, pois a legislação brasileira permite que maiores de 16 anos façam testamento e que a destinação a uma fundação é válida, desde que respeitadas as formalidades legais. D) A deixa testamentária para a constituição de uma fundação seria válida, no entanto, em razão de o testamento ter sido realizado quando Renatinho tinha apenas 16 anos e não emancipado, o testamento todo será invalidado. - Essa alternativa é incorreta, pois a emancipação posterior e a possibilidade de testar a partir dos 16 anos tornam o testamento válido. Portanto, a alternativa correta é: C) O testamento de Renatinho é válido, pois a lei civil assegura aos maiores de 16 anos a possibilidade de testar, bem como a possibilidade de serem chamados a suceder, na sucessão testamentária, as pessoas jurídicas cuja organização for determinada pelo testador sob a forma de fundação.


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