Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao caso de Mário, o engenheiro civil. a) Ato ilícito civil e não criminal, pois o engenheiro não agiu com dolo e vontade de matar o trabalhador, razão pela qual deve responder na seara da indenização por danos morais. - Esta opção não considera que a morte de um trabalhador pode configurar um crime, mesmo sem intenção de matar. b) Ato ilícito civil e não criminal, pois aplica-se a compensação da culpa do trabalhador, que também tinha a obrigação de não executar obra com vícios técnicos. - Embora a culpa do trabalhador possa ser considerada, a responsabilidade do engenheiro é fundamental, especialmente por sua imperícia. c) Homicídio culposo, pois o engenheiro agiu com imperícia, inobservando regra técnica de profissão. - Esta opção é a mais adequada, pois o engenheiro agiu de forma imprudente e negligente, resultando na morte de um trabalhador. d) Homicídio doloso, pois o engenheiro não agiu com a necessária perícia que era esperada. - Homicídio doloso implica intenção de matar, o que não é o caso aqui. e) Crime de dano, excluído o homicídio porque não houve intenção de matar alguém. - Esta opção não se aplica, pois a morte de um trabalhador é um crime mais grave do que dano. Portanto, a alternativa correta é: c) homicídio culposo, pois o engenheiro agiu com imperícia, inobservando regra técnica de profissão.
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