Ed
há 8 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma: a) Crianças e adolescentes com TEA têm o desenvolvimento biológico diferentes de outras pessoas. Isso prejudica o desenvolvimento de programas específicos. - Essa afirmação não é precisa, pois o desenvolvimento biológico não é o principal fator que dificulta a elaboração de programas de educação sexual. b) Crianças e adolescentes com TEA são considerados “não-sexuais”, e portanto, não desenvolveram sexualidade. Essa crença prejudica o desenvolvimento de programas específicos. - Essa crença é um estereótipo que pode prejudicar a educação sexual, pois ignora a sexualidade das pessoas com TEA. c) Crianças e adolescentes com TEA têm necessidades diferentes, do ponto de vista da sexualidade. Isso prejudica o desenvolvimento de programas específicos. - Esta alternativa reconhece que as necessidades são diferentes e que isso pode dificultar a elaboração de programas adequados. d) Crianças e adolescentes com TEA não desenvolverão o erotismo. Isso prejudica o desenvolvimento de programas específicos. - Essa afirmação é incorreta, pois muitas pessoas com TEA podem desenvolver uma compreensão de erotismo, mas de forma diferente. A alternativa que melhor reflete as problemáticas apontadas por Ottoni e Mais (2019) é: b) Crianças e adolescentes com TEA são considerados “não-sexuais”, e portanto, não desenvolveram sexualidade. Essa crença prejudica o desenvolvimento de programas específicos.
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