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A sequência representada, na figura abaixo, é formada por infinitos triângulos equiláteros. O lado do primeiro triângulo mede 1, e a medida do lado de cada um dos outros triângulos é 2/3 da medida do lado do triângulo imediatamente anterior. A soma dos perímetros dos triângulos dessa sequência infinita é
a) 9.
b) 12.
c) 15.
d) 18.
e) 21.
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Matematicamente

ano passado

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Para resolver essa questão, vamos analisar a sequência dos triângulos equiláteros e calcular a soma dos perímetros. 1. O lado do primeiro triângulo mede 1. Portanto, o perímetro do primeiro triângulo é: \[ P_1 = 3 \times 1 = 3 \] 2. O lado do segundo triângulo é \( \frac{2}{3} \) do lado do primeiro, ou seja: \[ L_2 = \frac{2}{3} \times 1 = \frac{2}{3} \] O perímetro do segundo triângulo é: \[ P_2 = 3 \times \frac{2}{3} = 2 \] 3. O lado do terceiro triângulo é \( \frac{2}{3} \) do lado do segundo: \[ L_3 = \frac{2}{3} \times \frac{2}{3} = \frac{4}{9} \] O perímetro do terceiro triângulo é: \[ P_3 = 3 \times \frac{4}{9} = \frac{4}{3} \] 4. Podemos observar que a sequência dos perímetros forma uma progressão geométrica (PG) onde: - O primeiro termo \( a = 3 \) - A razão \( r = \frac{2}{3} \) 5. A soma dos termos de uma PG infinita é dada pela fórmula: \[ S = \frac{a}{1 - r} \] Substituindo os valores: \[ S = \frac{3}{1 - \frac{2}{3}} = \frac{3}{\frac{1}{3}} = 3 \times 3 = 9 \] Portanto, a soma dos perímetros dos triângulos dessa sequência infinita é: a) 9.

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Para que a sequência (9, 5, 3) se transforme numa progressão geométrica, devemos somar a cada um dos seus termos um certo número. Esse número é:
a) par
b) quadrado perfeito
c) primo
d) maior que 15
e) não inteiro

A figura a seguir é uma representação do Sistema Solar. Em 1766, o astrônomo alemão J. D. Tietz observou que as distâncias heliocêntricas dos planetas até então conhecidos e do cinturão de asteroides obedeciam, com boa aproximação, a um padrão conhecido hoje como lei de Titius-Bode. Segundo esse padrão, a partir do planeta Vênus e incluindo o cinturão de asteroides, subtraindo-se 0,4 das distâncias heliocêntricas, em unidades astronômicas (UA), obtém-se uma progressão geométrica com termo inicial 0,3 e razão 2. A distância da Terra ao Sol, por exemplo, é de, aproximadamente, 1 UA e, neste caso, 1 0,4 0,3 2. Determine, segundo a lei de Titius-Bode, a distância heliocêntrica, em UA, do planeta Júpiter.

Um fractal é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhantes ao objeto original. Em muitos casos, um fractal é gerado pela repetição indefinida de um padrão. A figura abaixo segue esse princípio. Para construí-la, inicia-se com uma faixa de comprimento m na primeira linha. Para obter a segunda linha, uma faixa de comprimento m é dividida em três partes congruentes, suprimindo-se a parte do meio. Se, partindo de uma faixa de comprimento m, esse procedimento for efetuado infinitas vezes, a soma das medidas dos comprimentos de todas as faixas é:
a) 3 m
b) 4 m
c) 5 m
d) 6 m
e) 7 m

Uma partícula em movimento descreve sua trajetória sobre semicircunferências traçadas a partir de um ponto P0, localizado em uma reta horizontal r, com deslocamento sempre no sentido horário. A figura mostra a trajetória da partícula, até o ponto P3, em r. Na figura, O1, O2 e O3 são os centros das três primeiras semicircunferências traçadas e R, R2, R4 seus respectivos raios. A trajetória resultante do movimento da partícula será obtida repetindo-se esse comportamento indefinidamente, sendo o centro e o raio da n-ésima semicircunferência dados por On e Rn = R/2, respectivamente, até o ponto Pn, também em r. Nessas condições, o comprimento da trajetória descrita pela partícula, em função do raio R, quando n tender ao infinito, será igual a:
a) 22 R.π
b) 32 R.π
c) n2 R.π
d) 7R/4.π
e) 2 R.π

A figura abaixo é uma construção geométrica feita da seguinte forma: considere r um número real positivo qualquer. Usando a reta de apoio, a primeira semicircunferência foi construída com raio r, o triângulo inscrito nesta semicircunferência possui base 2r e altura r. A área da região entre a primeira semicircunferência e o triângulo inscrito chamaremos de A1. A segunda semicircunferência foi construída de modo a ter um ponto em comum com a primeira semicircunferência e este ponto pertence à reta de apoio. O raio da segunda semicircunferência é r/2. O triângulo inscrito na segunda semicircunferência possui base 2r/2 e altura r/2. A área da região entre a segunda semicircunferência e o triângulo inscrito chamaremos de A2. As próximas construções seguem o mesmo padrão, ou seja, o raio de uma semicircunferência é sempre a metade do raio da anterior e todas as semicircunferências possuem um triângulo inscrito conforme a construção acima. Denotamos por An a área entre a n-ésima semicircunferência e o respectivo triângulo inscrito. Com base na figura e nas informações acima, é correto afirmar que:
a) A1, A2, A3, ..., An é uma progressão geométrica de razão 1/2
b) A1, A2, A3, ..., An é uma progressão aritmética de razão 1/2
c) A sequência A1, A2, A3, ..., An não é uma progressão geométrica e também não é uma progressão aritmética.
d) A2n = 2n - 1 * r^2 * π
e) A2n = 2n - 1 * (2)r^2 * π

Seja ABC um triângulo equilátero de lado 1. Considere um círculo C0 inscrito a ABC e, em seguida, construa um círculo C1 tangente a C0, AB e BC e outro círculo C’1 também tangente a C0, BC e AC. Continue construindo infinitos círculos Cn tangentes a Cn–1, AB e BC. Faça o mesmo para os círculos C’n também tangentes a C’n–1, BC e AC. A seguir, a figura representa um exemplo com cinco círculos. A soma dos comprimentos de todos os infinitos círculos é:
a) infinita
b) π
c) 3/3π
d) 2/3π

Considere o triângulo ABC abaixo, retângulo em C, em que µ = 30°. Nesse triângulo está representada uma sequência de segmentos cujas medidas estão indicadas por L1, L2, L3, ..., Ln, em que cada segmento é perpendicular a um dos lados do ângulo de vértice A. O valor L1/L9 é:
a) 27/3^128
b) 1/128
c) 81/256
d) 27/64
e) 1/256

Seja S(n) a sequência definida por a1 = 5 e a_n = 1/n a_n-1 para n ≥ 1. O produto dos infinitos termos dessa sequência é igual a:
a) 1
b) 10
c) 20
d) 25
e) 5

Na figura abaixo, ABCD é um quadrado e os triângulos sombreados são triângulos semelhantes tais que as alturas correspondentes formam uma progressão geométrica de razão 1/2. Se o perímetro do triângulo ABC é 1, a soma dos perímetros dos quatro triângulos sombreados é:
a) 9.8
b) 11.8
c) 13.8
d) 15.8
e) 17.8

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