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O excerto indica que a sociedade colonial açucareira foi
A sociedade colonial açucareira foi
a) organizada em classes, cuja posição dependia de bens móveis.
b) apoiada no trabalho escravo, principalmente o dos lavradores de cana.
c) baseada na “limpeza de sangue”, portanto se proibia a miscigenação.
d) determinada pelos recursos financeiros, o que impedia a mobilidade.
e) hierarquizada por critérios diversos, tais como a etnia e riqueza.
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Questões Para o Saber

há 10 meses

Respostas

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há 10 meses

Para analisar a sociedade colonial açucareira, é importante considerar suas características principais, como a estrutura social, a economia e as relações de trabalho. Vamos analisar as alternativas: a) organizada em classes, cuja posição dependia de bens móveis. - Embora a sociedade tivesse classes, a posição social estava mais relacionada a fatores como riqueza e etnia do que apenas a bens móveis. b) apoiada no trabalho escravo, principalmente o dos lavradores de cana. - Esta afirmação é verdadeira, pois a produção de açúcar dependia fortemente do trabalho escravo, especialmente de africanos. c) baseada na “limpeza de sangue”, portanto se proibia a miscigenação. - Embora a "limpeza de sangue" fosse um conceito importante, a sociedade colonial também era marcada pela miscigenação. d) determinada pelos recursos financeiros, o que impedia a mobilidade. - A mobilidade social existia, mas era limitada por diversos fatores, não apenas financeiros. e) hierarquizada por critérios diversos, tais como a etnia e riqueza. - Esta opção é bastante abrangente e reflete a complexidade da sociedade colonial, que realmente era hierarquizada por etnia, riqueza e outros fatores. A alternativa que melhor representa a sociedade colonial açucareira é a b), pois enfatiza a dependência do trabalho escravo, que era fundamental para a produção de açúcar.

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Atente para o que disse o jesuíta André João Antonil sobre a escravidão no Brasil: "No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários três PPP, a saber, pau, pão e pano. E, posto que comecem mal, principiando pelo casgo que é o pau, contudo, prouvera a Deus que tão abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o casgo, dado por qualquer causa pouco provada, ou levantada; e com instrumentos de muito rigor(...), de que se não usa com os brutos animais, fazendo algum senhor mais caso de um cavalo que de meia dúzia de escravos..."
Com base no trecho acima e no que se sabe sobre o sistema escravista ocorrido no Brasil, é correto dizer que
a) a visão do jesuíta Antonil apresenta uma perspec�va da colonização portuguesa em que a escravidão aparece de uma forma humanizada, pois eram garantidos aos escravos o alimento e as vestimentas.
b) não há, no texto de Antonil, qualquer crítica ao sistema escravista, aos casgos físicos dados aos escravos nem a sua desvalorização como ser humano.
c) o sistema escravista, centrado no trabalho compulsório, no tráfico de africanos para a colônia e em uma rígida estrutura de controle e punição, foi a base da economia colonial e criou uma sociedade desigual.
d) apesar de aparentar opressão e violência, o sistema escravista foi positivo para os africanos trazidos ao Brasil, pois possibilitou a eles acesso a uma cultura superior e a uma religião organizada, já que, na África, viviam primitivamente.

A interrupção desse fluxo comercial levaria os negociantes e financistas da República a fundarem a Companhia das Índias Ocidentais (1621). (...) O historiador Charles Boxer considera que esse conflito, por produtos e mercados, entre o Império Habsburgo e as Províncias Unidas, foi tão generalizado que pode ser considerado, de fato, a Primeira Guerra Mundial, pois atingiu os quatro cantos do mundo.
Acerca do fragmento, que aborda o conflito entre o Império Espanhol e as Repúblicas das Províncias Unidas, nas primeiras décadas do século XVII, é correto afirmar que
a) os fundamentos da presença holandesa em todos os domínios coloniais portugueses devem ser associados à conjuntura de guerra religiosa dominante na Europa, cabendo aos representantes batavos, prioritariamente, impor o calvinismo nas regiões recém-conquistadas, caso de Angola.
b) as práticas holandesas de desrespeito aos domínios coloniais das outras potências europeias, especialmente Portugal e França, determinaram uma onda permanente de guerras entre essas potências, gerando o isolamento estratégico das companhias de comércio de capital holandês.
c) a presença holandesa no Nordeste brasileiro, visando o comando da produção açucareira, fez parte de um processo mais amplo, porque esteve associada ao domínio de espaços fornecedores de escravos na África, além de outros domínios no Oriente, até então sob o domínio português.
d) o maior interesse da companhia de comércio holandesa era a exploração mineral na América portuguesa e, para atingir esse objetivo, optou pela entrada no Brasil por meio do Nordeste açucareiro, porque era uma região menos protegida militarmente e mais aberta à influência estrangeira.
e) a disputa por espaços coloniais no Caribe e na região oeste da América do Norte gerou uma guerra europeia de grandes proporções, envolvendo as principais monarquias do continente e obrigando a Espanha a se aliar à França e à Inglaterra, com o intuito de se defender da marinha de guerra holandesa.

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