Ed
ano passado
Para responder à sua pergunta sobre a competência dos Tribunais de Contas em relação às aposentadorias, reformas e pensões, vamos analisar cada alternativa: a) Em caráter meramente opinativo, a legalidade das respectivas concessões, somente quando consultado pelos órgãos e entidades da Administração. - Esta opção não reflete a prática, pois os Tribunais de Contas têm um papel mais ativo. b) Nas concessões de aposentadorias e pensões a servidores, a legalidade de tais atos para fins de registro e, nas reformas de militares, apreciá-las em caráter meramente opinativo, apenas quando consultado. - Esta opção é mais próxima da realidade, pois os Tribunais de Contas apreciam a legalidade para fins de registro. c) Para fins de registro, a legalidade das respectivas concessões, ressalvados os casos em que o registro de tais atos já tenha sido ordenado diretamente pelo Chefe do Poder Executivo, ad referendum da Casa Legislativa. - Esta opção é confusa e não reflete a prática usual. d) Para fins de registro, a legalidade das respectivas concessões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório. - Esta opção não é precisa, pois as melhorias não são o foco principal da apreciação. e) Para fins de registro, a legalidade das respectivas concessões, ressalvadas as originais de invalidez ou morte decorrentes de acidente em serviço, por serem discricionárias. - Esta opção não é correta, pois as concessões de pensões por invalidez ou morte não são tratadas de forma diferente em relação à apreciação. A alternativa que melhor reflete a competência dos Tribunais de Contas, considerando a legalidade das concessões para fins de registro, é: b) nas concessões de aposentadorias e pensões a servidores, a legalidade de tais atos para fins de registro e, nas reformas de militares, apreciá-las em caráter meramente opinativo, apenas quando consultado.
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