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Os resultados obtidos nos procedimentos de auditoria executados pelo auditor independente contribuem para fundamentar as conclusões apresentadas em seu relatório. O auditor pode utilizar como procedimentos de avaliação de riscos, testes de controles ou procedimentos substantivos, dependendo do contexto em que sejam aplicados, entre outros, os procedimentos de auditoria:
(A) inspeção, amostragem, perícia.
(B) inspeção, monitoramento, vistoria.
(C) inspeção, indagação, perícia.
(D) inspeção, observação, confirmação externa.
(E) inspeção, amostragem, vistoria.
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Para responder à sua pergunta, vamos analisar as alternativas apresentadas em relação aos procedimentos de auditoria que um auditor independente pode utilizar. (A) inspeção, amostragem, perícia - A amostragem é um procedimento comum, mas a perícia não é um procedimento de auditoria padrão. (B) inspeção, monitoramento, vistoria - O monitoramento não é um procedimento típico de auditoria. (C) inspeção, indagação, perícia - A indagação é um procedimento, mas a perícia não é um procedimento de auditoria padrão. (D) inspeção, observação, confirmação externa - Todos esses são procedimentos de auditoria reconhecidos e utilizados para obter evidências. (E) inspeção, amostragem, vistoria - A amostragem é válida, mas a vistoria não é um procedimento padrão. Após essa análise, a alternativa que apresenta procedimentos de auditoria adequados e reconhecidos é: (D) inspeção, observação, confirmação externa.

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Segundo as Normas de Auditoria Governamental (NAG) aplicáveis ao controle externo, o envolvimento dos profissionais de auditoria governamental mais experientes no direcionamento dos trabalhos, na motivação da equipe, no fornecimento das instruções adequadas aos profissionais menos experientes, de forma que o processo de avaliação seja contínuo, que os problemas sejam detectados e analisados com antecedência, e a comunicação seja imediata, assegurando que os exames foram realizados em conformidade com as NAG, corresponde à etapa designada como
a) Comunicação dos Resultados e Relatório. b) Controle de Qualidade. c) Supervisão e Revisão. d) Execução. e) Planejamento.
a) Comunicação dos Resultados e Relatório.
b) Controle de Qualidade.
c) Supervisão e Revisão.
d) Execução.
e) Planejamento.

A fim de garantir credibilidade às auditorias realizadas pelos Tribunais de Contas, Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP, nível 1) preveem implementação de um sistema de controle de qualidade, que inclui controle e asseguração da qualidade do processo de auditoria. Esse sistema de controle de qualidade
a) compreende avaliação periódica, por amostragem dos processos de auditoria encerrados, realizada por equipe de supervisão que deve incluir auditores que participaram do processo de auditoria avaliado, como forma de aperfeiçoamento e aprendizado. b) limita-se aos elementos relevantes da auditoria avaliada, dentre os quais inserem-se as responsabilidades de supervisão e revisão na conferência dos achados, independentemente das conclusões do processo. c) objetiva garantir maior proteção contra riscos de qualidade no procedimento, risco de comprometimento da independência e da objetividade, considerando processos de auditoria ainda em curso. d) não pode ser considerado parte integrante do processo de auditoria, para não prejudicar a impessoalidade e eficácia do controle. e) deve ser, ele próprio, objeto de avaliação periódica independente, como garantia de aderência às técnicas e às normas profissionais.
a) compreende avaliação periódica, por amostragem dos processos de auditoria encerrados, realizada por equipe de supervisão que deve incluir auditores que participaram do processo de auditoria avaliado, como forma de aperfeiçoamento e aprendizado.
b) limita-se aos elementos relevantes da auditoria avaliada, dentre os quais inserem-se as responsabilidades de supervisão e revisão na conferência dos achados, independentemente das conclusões do processo.
c) objetiva garantir maior proteção contra riscos de qualidade no procedimento, risco de comprometimento da independência e da objetividade, considerando processos de auditoria ainda em curso.
d) não pode ser considerado parte integrante do processo de auditoria, para não prejudicar a impessoalidade e eficácia do controle.
e) deve ser, ele próprio, objeto de avaliação periódica independente, como garantia de aderência às técnicas e às normas profissionais.

Um dos requisitos técnicos comumente utilizados nas análises de prestação de contas são os indicadores de desempenho, que devem ter, entre suas características essenciais, a capacidade de refletir a ação monitorada. Essa característica é a:
a) confiabilidade; b) estabilidade; c) homogeneidade; d) praticidade; e) validade.
a) confiabilidade;
b) estabilidade;
c) homogeneidade;
d) praticidade;
e) validade.

Quando uma opinião de auditoria é utilizada para transmitir o nível de asseguração, a opinião do auditor deve ter um formato padronizado e pode ser modificada ou não modificada. Em relação à opinião modificada, relacione o tipo de opinião à sua respectiva explicação.
1. Qualificada 2. Adversa 3. Abstenção ( ) O auditor discorda com, ou é incapaz de obter evidência de auditoria suficiente a apropriada acerca de certos itens do objeto que são ou podem ser relevantes, mas não generalizados. ( ) O auditor é incapaz de obter evidência de auditoria suficiente e apropriada, devido a uma incerteza ou limitação de escopo que é tanto relevante quanto generalizada. ( ) O auditor, após ter obtido evidência de auditoria suficiente e apropriada, conclui que desvios ou distorções, quer individualmente ou no agregado, são relevantes e generalizados. Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
a) 1 – 2 – 3.
b) 1 – 3 – 2.
c) 2 – 1 – 3.
d) 2 – 3 – 1.
e) 3 – 1 – 2.

Em um trabalho de auditoria com o objetivo de oferecer asseguração razoável, uma equipe de auditoria se deparou com uma série de limitações de acesso a dados, sob justificativa de que se tratava de dados pessoais sensíveis. O auditor responsável pelo trabalho da equipe avaliou que a restrição de acesso a dados previstos na matriz de planejamento da auditoria impediria a obtenção de evidência suficiente e apropriada, com impactos relevantes em alguns itens de julgamento. Nesse caso, ao elaborar o seu relatório, o auditor deve:
a) alterar o objetivo para asseguração limitada e emitir uma opinião com ressalvas; b) emitir uma opinião adversa, em decorrência da impossibilidade de obtenção de evidência suficiente e apropriada; c) emitir uma opinião qualificada, exceto por aspectos que considerar relevantes; d) reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo e emitir uma opinião não modificada; e) se abster de emitir opinião, em decorrência do risco de distorções relevantes e generalizadas no objeto auditado.
a) alterar o objetivo para asseguração limitada e emitir uma opinião com ressalvas;
b) emitir uma opinião adversa, em decorrência da impossibilidade de obtenção de evidência suficiente e apropriada;
c) emitir uma opinião qualificada, exceto por aspectos que considerar relevantes;
d) reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo e emitir uma opinião não modificada;
e) se abster de emitir opinião, em decorrência do risco de distorções relevantes e generalizadas no objeto auditado.

Um relatório de auditoria em que o auditor pode expressar uma opinião se o objeto está em conformidade, em todos os aspectos relevantes, com os critérios estabelecidos é emitido em trabalhos de:
a) asseguração limitada; b) certificação; c) monitoramento; d) relatório direto; e) revisão analítica.
a) asseguração limitada;
b) certificação;
c) monitoramento;
d) relatório direto;
e) revisão analítica.

O instrumento formal e técnico por intermédio do qual a equipe de auditoria comunica aos leitores o objetivo e as questões de auditoria, o escopo e as limitações de escopo, a metodologia utilizada, os achados de auditoria, as conclusões e as propostas de encaminhamento é denominado
a) certificado de auditoria. b) papel de trabalho. c) matriz de planejamento. d) relatório de auditoria. e) nota de auditoria.
a) certificado de auditoria.
b) papel de trabalho.
c) matriz de planejamento.
d) relatório de auditoria.
e) nota de auditoria.

O relatório é o principal produto de uma auditoria, sendo o meio pelo qual a equipe de auditoria expressa sua opinião e emite seus comentários e suas sugestões. Assinale a opção que indica o requisito de qualidade que deve orientar a redação do relatório.
a) Tempestividade: o relatório deve ser de fácil leitura e compreensão para o usuário destinatário. b) Clareza: o relatório não deve se estender para transmitir e respaldar a mensagem, uma vez que detalhes excessivos, além de ocultar a mensagem real, podem confundir ou distrair os usuários. c) Concisão: deve-se maximizar o uso do relatório de auditoria, fornecendo informações relevantes a tempo de responder às necessidades legítimas dos gestores da entidade, autoridades do legislativo e outros usuários. d) Completude: o relatório deve conter evidências suficientes e apropriadas, necessárias para satisfazer os objetivos da auditoria e promover o entendimento das questões relatadas. e) Objetividade: a validade dos achados, a razoabilidade das conclusões e o benefício da implementação das recomendações são mais convincentes quando suportados por evidências suficientes e apropriadas.
a) Tempestividade: o relatório deve ser de fácil leitura e compreensão para o usuário destinatário.
b) Clareza: o relatório não deve se estender para transmitir e respaldar a mensagem, uma vez que detalhes excessivos, além de ocultar a mensagem real, podem confundir ou distrair os usuários.
c) Concisão: deve-se maximizar o uso do relatório de auditoria, fornecendo informações relevantes a tempo de responder às necessidades legítimas dos gestores da entidade, autoridades do legislativo e outros usuários.
d) Completude: o relatório deve conter evidências suficientes e apropriadas, necessárias para satisfazer os objetivos da auditoria e promover o entendimento das questões relatadas.
e) Objetividade: a validade dos achados, a razoabilidade das conclusões e o benefício da implementação das recomendações são mais convincentes quando suportados por evidências suficientes e apropriadas.

Entre os requisitos de qualidade do relatório de auditoria governamental está a relevância. Em relação à relevância, assinale a afirmativa correta.
a) Os relatórios, em face dos objetivos da auditoria, devem expor apenas o que tem importância dentro do contexto. b) Os relatórios devem apresentar as evidências necessárias para sustentar seus achados e conclusões, não deixando espaço para contra-argumentos. c) Os relatórios devem ser emitidos tempestivamente para que tenham utilidade para os destinatários, particularmente para aqueles que devem tomar as providências necessárias. d) Os relatórios devem ser apresentados de forma equilibrada em termos de conteúdo e tom. e) Os relatórios devem incluir todos os elementos necessários para satisfazer os objetivos da auditoria, permitindo a correta compreensão dos fatos e das situações relatadas.
a) Os relatórios, em face dos objetivos da auditoria, devem expor apenas o que tem importância dentro do contexto.
b) Os relatórios devem apresentar as evidências necessárias para sustentar seus achados e conclusões, não deixando espaço para contra-argumentos.
c) Os relatórios devem ser emitidos tempestivamente para que tenham utilidade para os destinatários, particularmente para aqueles que devem tomar as providências necessárias.
d) Os relatórios devem ser apresentados de forma equilibrada em termos de conteúdo e tom.
e) Os relatórios devem incluir todos os elementos necessários para satisfazer os objetivos da auditoria, permitindo a correta compreensão dos fatos e das situações relatadas.

Suponha que a auditoria das contas do exercício financeiro de determinada empresa pública tenha identificado evidências de inconsistência em determinada transação cuja receita tenha sido considerada no respectivo balanço como Contas a Receber. Tendo em vista a aplicação do critério de competência para reconhecimento da referida receita, o auditor concluiu que a mesma deveria ter sido considerada no exigível de longo prazo. Considerando as normas de auditoria governamental, caberá
a) relatório com recomendações, que, embora importe aprovação integral das contas, indica as medidas corretivas de natureza estritamente patrimonial e sem impacto financeiro. b) a edição de relatório com parágrafo de ênfase, descrevendo a discordância do auditor em relação ao referido lançamento contábil e apontando a adequação necessária. c) abstenção de opinião por parte do auditor, tendo em vista a inviabilidade de emissão de parecer conclusivo em decorrência da inconsistência identificada, eis que passível de afetar a fidedignidade das contas. d) a emissão de relatório parcial ou com limitação de escopo, expurgando do exame efetuado os itens e transações que estejam em desconformidade com as normas contábeis aplicáveis. e) a emissão de relatório com ressalva quanto ao referido item, desde que o auditor considere que a extensão do efeito da referida inconsistência não é de magnitude suficiente para ensejar parecer adverso.
a) relatório com recomendações, que, embora importe aprovação integral das contas, indica as medidas corretivas de natureza estritamente patrimonial e sem impacto financeiro.
b) a edição de relatório com parágrafo de ênfase, descrevendo a discordância do auditor em relação ao referido lançamento contábil e apontando a adequação necessária.
c) abstenção de opinião por parte do auditor, tendo em vista a inviabilidade de emissão de parecer conclusivo em decorrência da inconsistência identificada, eis que passível de afetar a fidedignidade das contas.
d) a emissão de relatório parcial ou com limitação de escopo, expurgando do exame efetuado os itens e transações que estejam em desconformidade com as normas contábeis aplicáveis.
e) a emissão de relatório com ressalva quanto ao referido item, desde que o auditor considere que a extensão do efeito da referida inconsistência não é de magnitude suficiente para ensejar parecer adverso.

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