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SEGUNDO DALGALARRONDO (2008), OS CRITÉRIOS DE NORMALIDADE E DOENÇA EM PSICOPATOLOGIA VARIAM CONSIDERAVELMENTE EM FUNÇÃO DOS FENÔMENOS ESPECÍFICOS COM OS QUAIS SE TRABALHA.
NO QUE SE REFERE À PRÁTICA CLÍNICA DO PSICÓLOGO, É CORRETO AFIRMAR:
A) O profissional deve ter a capacidade de discriminar no processo de avaliação psicodiagnóstica se o fenômeno apresentado pelo paciente é normal ou patológico, isto é, se parte de um momento existencial ou é patológico.
B) O profissional deve se basear no conceito de normalidade apoiado em critérios socialmente construídos e referendados, com base na adaptação do indivíduo às normas e políticas vigentes numa dada sociedade. O que foge a essas normas é considerado patológico.
C) O profissional deve ter a capacidade de fazer um exame clínico utilizando testes de personalidade que identifiquem potenciais transtornos psiquiátricos.
D) O profissional deve observar o que o paciente relata sobre os seus sintomas. A verificação de ausência de sintomas significa normalidade, que pode ser concebida como a saúde no silêncio dos órgãos.
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Questões Para a Compreensão

ano passado

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Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à prática clínica do psicólogo, conforme a perspectiva de Dalgalarrondo sobre normalidade e patologia. A) O profissional deve ter a capacidade de discriminar no processo de avaliação psicodiagnóstica se o fenômeno apresentado pelo paciente é normal ou patológico, isto é, se parte de um momento existencial ou é patológico. - Esta alternativa é válida, pois enfatiza a importância da avaliação clínica e a capacidade do psicólogo de discernir entre normalidade e patologia. B) O profissional deve se basear no conceito de normalidade apoiado em critérios socialmente construídos e referendados, com base na adaptação do indivíduo às normas e políticas vigentes numa dada sociedade. O que foge a essas normas é considerado patológico. - Embora essa afirmação tenha um fundo de verdade, ela pode ser considerada limitante, pois a normalidade não deve ser apenas definida por normas sociais, mas também por contextos individuais e clínicos. C) O profissional deve ter a capacidade de fazer um exame clínico utilizando testes de personalidade que identifiquem potenciais transtornos psiquiátricos. - Essa alternativa é um aspecto da prática, mas não abrange completamente a complexidade da avaliação psicodiagnóstica, que vai além de apenas testes. D) O profissional deve observar o que o paciente relata sobre os seus sintomas. A verificação de ausência de sintomas significa normalidade, que pode ser concebida como a saúde no silêncio dos órgãos. - Essa afirmação é simplista e não considera a complexidade da saúde mental, que não se resume apenas à ausência de sintomas. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a prática clínica do psicólogo, considerando a necessidade de discriminação entre normalidade e patologia, é a: A) O profissional deve ter a capacidade de discriminar no processo de avaliação psicodiagnóstica se o fenômeno apresentado pelo paciente é normal ou patológico, isto é, se parte de um momento existencial ou é patológico.

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