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Direito Criminal

Colégio Objetivo
Assinale a alternativa incorreta.
a) Crimes materiais descrevem a conduta e o resultado naturalístico exigido.
b) Crimes formais descrevem a conduta do agente e o resultado, que não é exigido para a consumação do tipo penal.
c) Crimes de mera conduta são aqueles sem resultado naturalístico, mas com resultado jurídico.
d) Crimes de mera conduta são de consumação antecipada.
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Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a incorreta: a) Crimes materiais descrevem a conduta e o resultado naturalístico exigido. - Esta afirmação está correta, pois crimes materiais realmente exigem tanto a conduta quanto o resultado. b) Crimes formais descrevem a conduta do agente e o resultado, que não é exigido para a consumação do tipo penal. - Esta afirmação está incorreta. Crimes formais não exigem um resultado naturalístico para a consumação, mas sim a prática da conduta tipificada. c) Crimes de mera conduta são aqueles sem resultado naturalístico, mas com resultado jurídico. - Esta afirmação está correta, pois crimes de mera conduta não exigem um resultado naturalístico. d) Crimes de mera conduta são de consumação antecipada. - Esta afirmação também está correta, pois a consumação ocorre no momento da prática da conduta. Portanto, a alternativa incorreta é: b) Crimes formais descrevem a conduta do agente e o resultado, que não é exigido para a consumação do tipo penal.

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A diferença entre crime e contravenção penal está estabelecida:
a) pelo Código Penal.
b) pela Lei de Contravenções Penais.
c) pela Lei n. 9.099/95 (Juizados Especiais).
d) pela Lei de Introdução ao Código Penal.
e) pela Constituição Federal.

Assinale a alternativa correta.
a) Bens jurídicos relevantes são penalmente tutelados independentemente de tipo penal.
b) Os tipos penais são criados pelo legislador, excepcionalmente, entretanto, o juiz pode, usando analogia, criar tipos penais.
c) Nos tipos penais abertos a conduta não é totalmente individualizada.
d) O tipo penal define condutas e personalidades criminosas.
e) A lei penal em branco é inconstitucional por conter delegação de competência.

Em relação à responsabilidade penal das pessoas jurídicas, analise as seguintes afirmacoes e assinale a alternativa correta.
I. Não é admitida no Direito Brasileiro, em face da adoção pela lei dos princípios da pessoalidade e da culpabilidade, e da assertiva societas delinquere non potest.
II. O reconhecimento da responsabilidade penal de pessoa jurídica por crime de poluição implica, pela impossibilidade de bis in idem, na não responsabilização penal pessoal dos diretores da sociedade, pelos mesmos fatos.
III. O Direito Penal Brasileiro admite a responsabilização penal da pessoa jurídica, prevendo a aplicação, exclusivamente, das penas de multa e prestação de serviços à comunidade.
a) Apenas a afirmação I é incorreta.
b) Apenas a afirmação II é incorreta.
c) Todas as afirmações são incorretas.
d) Apenas a afirmação III é correta.
e) Apenas as afirmações II e III são corretas.

Em relação aos tipos incongruentes, é correto afirmar que
a) são formados mediante o acréscimo de uma circunstância atenuante ou agravante do delito-base.
b) somente têm como objetos jurídicos bens destrutíveis.
c) há coincidência entre o dolo e o acontecimento objetivo.
d) o agente quer e persegue um resultado que não necessita ser alcançado para a consumação do crime.
e) somente podem ser cometidos pelo agente referido no tipo.

Assinale a alternativa incorreta.
a) O Código Penal Brasileiro adotou a teoria monística da equivalência dos antecedentes no nexo de causalidade, abrandada pela culpabilidade de cada agente.
b) Na coautoria, os agentes realizam a conduta tipificada como ilícito penal.
c) Crimes plurissubjetivos são aqueles que exigem o concurso de mais de uma pessoa, sendo que nem sempre todas são punidas.
d) Crimes monossubjetivos são aqueles que têm sempre uma vítima.

Crime falho é:
a) aquele no qual alguém, insidiosamente, provoca uma situação que leva o agente à prática do crime, mas, antes, toma as devidas providências para que o mesmo não se consuma.
b) aquele no qual o agente acredita que está praticando um crime, que não existe, pois o fato não é típico.
c) o mesmo que tentativa perfeita, na qual o crime não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente, embora este pratique todos os atos necessários para a consumação do crime.
d) o mesmo que tentativa inadequada ou inidônea, na qual o crime não pode ser consumado por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto.
e) aquele no qual a polícia efetua a detenção do agente no momento da prática delitiva, pois avisada pela vítima que sabia previamente que o crime iria acontecer.

Assinale a alternativa correta:
a) crime putativo por erro de tipo pressupõe a suposição errônea do agente sobre a existência da norma penal.
b) relativamente à tentativa, o Código Penal brasileiro adotou a teoria subjetiva.
c) crimes funcionais impróprios são aqueles que podem revestir-se de parcial atipicidade.
d) crimes subsidiários são aqueles para cuja caracterização se faz imprescindível outra norma definidora de suas elementares.
e) dá-se a ocorrência de crime falho quando o agente, por interferência externa, não consegue praticar todos os atos executórios necessários à consumação.

Conforme o princípio “tempus regit actum”, a lei penal aplica-se às condutas ocorridas durante sua vigência. Todavia, para solucionar as questões advindas da sucessão de leis penais, há princípios de direito intertemporal. Assim:
Analisando as assertivas acima, pode-se afirmar que:
I. a regra da irretroatividade vale apenas em relação à nova lei mais gravosa;
II. para aplicar a lei mais favorável ao réu definitivamente condenado, deve-se esperar o término do respectivo período de vacatio legis;
III. por serem dotadas de ultra-atividade, as leis excepcionais e temporárias aplicam-se a quaisquer delitos, desde que seus resultados tenham ocorrido durante sua vigência;
IV. a abolitio criminis alcança até os fatos definitivamente julgados.
a) todas estão corretas;
b) estão erradas as de números I e II;
c) estão erradas as de números II e III;
d) estão erradas as de números I e IV.

A retroatividade de lei penal que não mais considera o fato como criminoso:
a) exclui a imputabilidade.
b) afasta a tipicidade.
c) extingue a punibilidade.
d) atinge a culpabilidade.
e) é causa de perdão judicial.

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