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Mulher, 30a, primigesta, idade gestacional de 9 semanas, procura atendimento médico por apresentar mancha hipocrômica na coxa direita com diminuição da sensibilidade ao frio. Biópsia de pele: hanseníase.
É CORRETO:
A Iniciar o tratamento com esquema poliquimioterápico e informar a paciente que a doença não tem cura, mas tem controle.
B Esperar o parto e o término da amamentação para iniciar o esquema poliquimioterápico.
C Iniciar tratamento com prednisona e talidomida, e após o parto iniciar esquema poliquimioterápico.
D Aplicar a vacina BCG intradérmica nos contatos intradomiciliares sem presença de sinais e sintomas de hanseníase.
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Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao caso de hanseníase em uma gestante: A) Iniciar o tratamento com esquema poliquimioterápico e informar a paciente que a doença não tem cura, mas tem controle. - Esta opção está correta. A hanseníase deve ser tratada independentemente da gestação, e o tratamento é eficaz e seguro. B) Esperar o parto e o término da amamentação para iniciar o esquema poliquimioterápico. - Esta opção está incorreta, pois o tratamento da hanseníase não deve ser adiado. C) Iniciar tratamento com prednisona e talidomida, e após o parto iniciar esquema poliquimioterápico. - Esta opção está incorreta, pois o tratamento da hanseníase não envolve prednisona e talidomida. D) Aplicar a vacina BCG intradérmica nos contatos intradomiciliares sem presença de sinais e sintomas de hanseníase. - Esta opção não é a mais adequada, pois a vacinação com BCG é recomendada em situações específicas e não é uma prioridade imediata no contexto do tratamento da hanseníase. Portanto, a alternativa correta é: A) Iniciar o tratamento com esquema poliquimioterápico e informar a paciente que a doença não tem cura, mas tem controle.

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Homem, 66a, com dor no ombro direito, fraqueza e dormência no membro superior esquerdo há 2 meses. Exame físico: Neurológico: leve ptose palpebral à direita e miose ipsilateral. O QUADRO CLÍNICO PODE SER EXPLICADO POR:
a. Neoplasia de pequenas células de pulmão.
b. Tumor neuroendócrino bem diferenciado de pulmão.
c. Neoplasia não pequenas células de pulmão.
d. Adenocarcinoma de pulmão.

Mulher, 57a, relata febre vespertina há 30 dias, inchaço progressivo e piora do controle pressórico há 10 dias. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus controladas com uso regular de hidroclorotiazida, enalapril, metformina e glipizida. Exame físico: PA= 188X104 mmHg, descorada +/4+; Cabeça e Pescoço: edema bipalpebral; fundo de olho: normal; Coração: sopro sistólico em foco aórtico 3+/4+, rude, com irradiação para as carótidas; Abdome: ascite; Membros: edema de membros inferiores 2+/4+ e de membros superiores +/4+, petéquias subungueais em mãos e pés. Hemograma: hemoglobina= 10,1 g/dL; leucócitos= 15.500mm3; plaquetas= 184.000 mm3; creatinina= 4,5mg/dL; ureia= 134 mg/dL; glicemia= 142 mg/dL; hemoglobina glicada= 6,9 g/dL; potássio= 6,2 mEq/L; Exame sumário de urina= hemácias: >100 por campo, dismorfismo eritrocitário: presente, proteína 1+/4+. O DIAGNÓSTICO É:
a. Síndrome nefrítica.
b. Síndrome nefrótica.
c. Nefropatia diabética.
d. Nefropatia maligna hipertensiva.

Mulher, 36a, queixa-se de evacuações aquosas com grande quantidade de gotas de gordura, urina bem vermelha e manchas roxas nas pernas e braços há 10 dias. Hábito intestinal: duas evacuações diárias de grande volume há vários anos. Exame físico: Membros: equimoses disseminadas em pernas e braços. Hemograma; Hb= 11,7 g/dL, Plaquetas= 140.000 mm3, ALT= 44 UI/L, AST= 66 UI/L, RNI= 13,6, tempo de tromboplastina parcial= 81,5 segundos, tempo de protrombina= 146,7 segundos. A CONDUTA É:
a. Vitamina K.
b. Plasmaferese.
c. Concentrado de plaquetas.
d. Ácido épsilon-aminocaproico.

Homem, 46a, refere cefaleia frequente, há 9 meses, concomitante ao diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, em uso de enalapril, espironolactona e furosemida. Antecedentes Familiares: pais hipertensos. Exame físico: PA= 210X130 mmHg. Creatinina= 4,9 mg/dL, ureia= 132 mg/dL, sódio= 136 mEq/L, potássio= 3,7 mEq/L, exame sumário de urina: densidade= 1020, pH= 6,0, leucócitos= 2/campo, hemácias= 2/campo, Proteinúria= 0,6 g/24horas. ECG= sobrecarga ventricular esquerda. O DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO ESPERADO É:
a. Nefroesclerose benigna.
b. Glomerulonefrite crônica.
c. Nefrite intersticial.
d. Glomeruloesclerose focal e segmentar.

Mulher, 41a, procura a Unidade Pronto Atendimento com história de mal-estar e fraqueza. Refere ter interrompido há um dia o consumo de bebida alcoólica. Antecedentes Pessoais: uso de 1 garrafa de aguardente/dia há 20 anos. Durante a consulta a paciente apresenta repentinamente movimentos tônico-clônicos generalizados, acompanhados de incontinência urinária e perda da consciência com duração de um minuto, com recuperação total do nível de consciência. ALÉM DE GARANTIR AS VIAS AÉREAS PÉRVIAS A CONDUTA É:
a. Administrar fenitoina e tiamina intravenosos.
b. Administrar benzodiazepínico e fenitoina intravenosos.
c. Avaliar níveis de glicose e administrar benzodiazepínico intravenoso.
d. Avaliar níveis de glicose e administrar tiamina intravenosa.

Mulher, 58a, é trazida ao Pronto Socorro com náuseas, vômitos, epistaxe, diaforese e perda da consciência, após ter ingerido intencionalmente vários comprimidos. Antecedentes Pessoais: diabetes mellitus tipo 2 em uso de glibenclamida e metformina e esquizofrenia em uso irregular de haloperidol e biperideno. Exames Complementares: pH= 7,1, pO2= 98 mmHg, pCO2= 26 mmHg HCO3-= 9,9 mEq/L, Lactato= 15mmol/L, Ureia= 81,9 mg/dL, Creatinina= 3,1mg/dL, Sódio= 135 mEq/L, Potássio= 6,6 mEq/L, Cloro= 104 mEq/L, Glicemia= 66mg/dL. TRATA-SE DE INTOXICAÇÃO POR:
a. Glibenclamida.
b. Metformina.
c. Haloperidol.
d. Biperideno.

Mulher, 56a, procura atendimento médico por dor abdominal, evacuações líquidas com sangue e náusea há 4 dias. Exame físico: PA= 110X68 mmHg, T= 36,7°C, saturação de O2 (ar ambiente) = 95%, Abdome= difusamente doloroso. Hemograma: hemoglobina= 12,6 g/dL, leucócitos= 7600mm3, plaquetas 96.000 mm3, creatinina= 1,52 mg/dL, ureia= 72 mg/dL, sódio= 132 mEq/L e potássio= 4,5 mEq/L. Após 2 dias, com hidratação e antibioticoterapia adequadas, apresentou confusão mental e anúria. Novos exames: creatinina= 6,1 mg/dL, Hemograma: hemoglobina= 8,9 g/dL, plaquetas= 62.000 mm3 e série vermelha: grande quantidade de esquizócitos; desidrogenase láctica= 1112 U/L, haptoglobina< 6,63 mg/dL, C3= 62mg/dL e ADAMTS13 dentro dos valores da normalidade. A CONDUTA É:
a. Imunoglobulina humana.
b. Plasmaférese.
c. Heparina.
d. Metilprednisolona.

Mulher, 22a, vem para consulta na Unidade Básica Saúde queixando-se de dor para urinar acompanhada de aumento da frequência há três dias, nega febre e corrimento vaginal. Antecedentes Pessoais: nega quadro clínico semelhante anterior, última menstruação há 7 dias. Exame físico: Abdome: sinal de Giordano negativo. Exame de urina feito com tira reagente evidenciou pH= 5,0; nitrito= positivo e leucoesterase= +++/3+. A CONDUTA É:
a. Tratar com nitrofurantoína.
b. Solicitar urocultura e tratar com norfloxacino.
c. Solicitar urocultura e iniciar antimicrobiano baseado no antibiograma.
d. Solicitar urocultura caso sintomas persistam após 5 dias de uso de fenazopiridina.

Homem, 47a, retorna ao Ambulatório para resultado de exames. Antecedentes Pessoais: insuficiência cardíaca por miocardiopatia dilatada há 1 ano, com melhora dos sintomas após instituição de furosemida 80 mg/dia por via oral. No momento está assintomático. Exame físico: FC= 72 bpm, PA= 128x82 mmHg; Coração: Bulhas rítmicas em 2 tempos, com sopro sistólico 1+/4+ em foco mitral. Creatinina= 0,78mg/dL, Potássio= 3,5mg/dL. Ecocardiograma: dilatação leve das câmaras esquerdas, com fração de ejeção de 39% (normal > 50%). A CONDUTA É:
a. Manter somente a furosemida.
b. Iniciar hidralazina e nitrato.
c. Iniciar ivabradina.
d. Iniciar enalapril e carvedilol.

Mulher, 77a, com história de febre diária há 1 mês associada a dor intensa em região lombo-sacra direita com irradiação para extremidades que piora com o movimento. Antecedentes Pessoais: diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina, hipertensão arterial sistêmica em uso de ramipril e hidroclorotiazida e dislipidemia em uso de rosuvastatina. Hemoglobina= 8,2 g/dL, Leucócitos= 17.700/mm3, neutrófilos= 10.200/mm3, PCR= 265 mg/l (VR: < 5 mg/l). Corte de tomografia computadorizada do quadril abaixo: O AGENTE ETIOLÓGICO MAIS PREVALENTE É:
a. Pseudomonas aeruginosa.
b. Streptococcus pyogenes.
c. Serratia marcescens.
d. Staphylococcus aureus.

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