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O Sr. P.H.M. procurou a UBS responsável pelo seu bairro para passar por uma consulta médica com Dr. Jacinto. O paciente relatou ao médico que tinha uma mancha 'mais clara' em seu braço esquerdo. Tinha notado também que havia queimado essa 'mancha' enquanto cozinhava há duas semanas e não tinha sentido nada na região. Negou traumas físicos no MSE. Relatou ainda que sua ex-mulher tratou de 'lepra' há cerca de sete anos, enquanto moravam juntos. Dr. Jacinto notou ao exame físico de P.H.M. uma lesão hipocrômica, com ausência de pelos e sensibilidades térmica, tátil e dolorosa ausentes, localizada no antebraço anterior E. Ademais, notou os nervos ulnar esquerdo e auricular posterior esquerdo espessados.
Qual é a dose supervisionada do tratamento em relação ao diagnóstico mais provável?
A Rifampicina 300 mg, clofazimina 50 mg, dapsona 100 mg.
B Rifampicina 600 mg, isoniazida 300 mg, Pirazinamida 1.600 mg, Etambutol 1.100 mg.
C Rifampicina 600 mg, clofazimina 300 mg, dapsona 100 mg.
D Rifampicina 600 mg, dapsona 100 mg.
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Com base na descrição do caso, o paciente apresenta uma lesão hipocrômica, ausência de pelos e perda de sensibilidade, além de um histórico de contato com uma ex-mulher que tratou de "lepra". Esses sinais e sintomas são sugestivos de hanseníase (lepra), que é causada pelo Mycobacterium leprae. O tratamento padrão para hanseníase envolve a poliquimioterapia (PQT), que geralmente inclui Rifampicina e Dapsona, podendo incluir Clofazimina em casos mais graves ou específicos. Analisando as alternativas: A) Rifampicina 300 mg, clofazimina 50 mg, dapsona 100 mg - Não é a dose padrão para o tratamento de hanseníase. B) Rifampicina 600 mg, isoniazida 300 mg, Pirazinamida 1.600 mg, Etambutol 1.100 mg - Esta combinação é usada para tuberculose, não para hanseníase. C) Rifampicina 600 mg, clofazimina 300 mg, dapsona 100 mg - Esta é uma combinação que pode ser usada, mas a dose de clofazimina é alta para o tratamento padrão. D) Rifampicina 600 mg, dapsona 100 mg - Esta é a combinação padrão para o tratamento de hanseníase em regime supervisionado. Portanto, a dose supervisionada do tratamento em relação ao diagnóstico mais provável é: D) Rifampicina 600 mg, dapsona 100 mg.

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Muitos indivíduos infectados pelo M. leprae não desenvolvem a doença, fato atribuído à resistência natural contra o bacilo, sendo correto que:
Qual das alternativas a seguir é correta?
A A fisiopatogenia da hanseníase independe da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas não prevalentes no polo virchowiano da doença.
B A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos indistintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando não se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.
C A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como MA, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo não tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.
D A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.

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