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A inquietação existencial do autor com a autoimagem corporal e a sua corporeidade se desdobra em questões existenciais que têm origem:
QUE VAI SER quando crescer? Vivem pergun- tando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome? Tenho os três. E sou? Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo ou jeito? Ou a gente só prin- cipia a ser quando cresce? É terrível, ser? Dói? É bom? É triste? Ser: pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas? Repito: ser, ser, ser. Er. R. Que vou ser quando crescer? Sou obrigado a? Posso escolher? Não dá para entender. Não vou ser. Não quero ser. Vou crescer assim mesmo. Sem ser. Esquecer.
a) no conflito do padrão corporal imposto con- tra as convicções de ser autêntico e singular.
b) na aceitação das imposições da sociedade se- guindo a influência de outros.
c) na confiança no futuro, ofuscada pelas tra- dições e culturas familiares.
d) no anseio de divulgar hábitos enraizados, negligenciados por seus antepassados.
e) na certeza da exclusão, revelada pela indife- rença de seus pares.
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CuriosidadesGerais

há 11 meses

Respostas

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há 11 meses

Para responder a essa questão, precisamos analisar o texto apresentado e entender as inquietações existenciais do autor em relação à autoimagem corporal e à corporeidade. O autor parece estar refletindo sobre a identidade, a pressão social e a busca por autenticidade. Vamos analisar as alternativas: a) no conflito do padrão corporal imposto contra as convicções de ser autêntico e singular. - Esta opção aborda diretamente a inquietação com a autoimagem e a busca por autenticidade, que é um tema central no texto. b) na aceitação das imposições da sociedade seguindo a influência de outros. - Essa opção sugere conformidade, o que não parece ser o foco do texto, que expressa mais dúvida e conflito. c) na confiança no futuro, ofuscada pelas tradições e culturas familiares. - Embora mencione tradições, não se relaciona diretamente com a inquietação sobre a autoimagem e a corporeidade. d) no anseio de divulgar hábitos enraizados, negligenciados por seus antepassados. - Essa opção não se conecta diretamente com a questão da autoimagem e da identidade. e) na certeza da exclusão, revelada pela indiferença de seus pares. - Embora a exclusão possa ser uma preocupação, o texto parece mais focado na busca de identidade do que na indiferença dos outros. Diante dessa análise, a alternativa que melhor se alinha com a inquietação existencial do autor é: a) no conflito do padrão corporal imposto contra as convicções de ser autêntico e singular.

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