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O texto abaixo é parte do capítulo da Gestão Participativa no relatório da XII Conferência Nacional de Saúde. Os espaços institucionais de gestão compartilhada da saúde são os Conselhos de Saúde e as Conferências de Saúde que, nos últimos anos, têm provocado grande transformação no processo político-institucional. O processo de controle social realizado pelos Conselhos de Saúde nos municípios, nos estados e no âmbito nacional, ao determinar uma nova dinâmica de participação popular em saúde, vem implementando, com consistência, um dos princípios fundamentais da Reforma Sanitária Brasileira, que é o Controle Social do SUS. É correto afirmar que são obstáculos à participação da população neste período, EXCETO:
(A) O caráter deliberativo do Conselho, condição essencial para a efetividade do controle social, ainda não é exercido na maior parte dos nossos municípios e estados.
(B) A diversidade das condições de organização dos Conselhos de Saúde e de sua articulação com os movimentos sociais organizados contribui para retardar a consolidação do processo de controle social na saúde.
(C)) O desenvolvimento de um processo de monitoramento do controle social no país incluindo a realização de estudos e levantamentos que permitam conhecer as condições da ação do controle social da saúde no Brasil e a criação de uma rede articulada de conselhos.
(D) Ausência de uma cultura de transparência na difusão de informações na gestão pública.
(E) A baixa utilização e a falta de divulgação de indicadores de saúde, que se constituem importantes instrumentos de gestão pública, permitindo a fiscalização e o controle por parte dos movimentos populares.
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ano passado

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ano passado

Vamos analisar cada alternativa para identificar qual delas não é um obstáculo à participação da população: (A) O caráter deliberativo do Conselho, condição essencial para a efetividade do controle social, ainda não é exercido na maior parte dos nossos municípios e estados. - Isso é um obstáculo, pois a falta de deliberação efetiva impede a participação. (B) A diversidade das condições de organização dos Conselhos de Saúde e de sua articulação com os movimentos sociais organizados contribui para retardar a consolidação do processo de controle social na saúde. - Isso também é um obstáculo, pois a falta de organização e articulação dificulta a participação. (C) O desenvolvimento de um processo de monitoramento do controle social no país incluindo a realização de estudos e levantamentos que permitam conhecer as condições da ação do controle social da saúde no Brasil e a criação de uma rede articulada de conselhos. - Essa alternativa não é um obstáculo, mas sim uma ação positiva que pode facilitar a participação. (D) Ausência de uma cultura de transparência na difusão de informações na gestão pública. - Isso é um obstáculo, pois a falta de transparência dificulta a participação da população. (E) A baixa utilização e a falta de divulgação de indicadores de saúde, que se constituem importantes instrumentos de gestão pública, permitindo a fiscalização e o controle por parte dos movimentos populares. - Isso também é um obstáculo, pois a falta de indicadores dificulta a fiscalização. Portanto, a alternativa que não representa um obstáculo à participação da população é: (C) O desenvolvimento de um processo de monitoramento do controle social no país incluindo a realização de estudos e levantamentos que permitam conhecer as condições da ação do controle social da saúde no Brasil e a criação de uma rede articulada de conselhos.

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Se eu deixasse em paz o proprietário que abre as cercas de um desgraçado agricultor e lhe transforma em pasto a lavoura, devia enforcar-me.
Considere as afirmativas feitas, tomando por base o segmento transcrito acima.
I. A frase que abre as cercas de um desgraçado agricultor – denota, no contexto, a condição necessária à realização da ação seguinte, devia enforcar-me.
II. O pronome lhe, empregado no lugar do pronome possessivo sua, garante a clareza da exposição.
III. O verbo transforma apresenta dupla predicação, exigindo tanto um complemento ligado diretamente a ele, quanto outro, introduzido por meio de preposição.
IV. A mesma forma verbal transforma está no singular porque concorda com o sujeito mais próximo, o que permite afirmar que seria também correta a forma de plural transformam.
(A) I e II.
(B) II e III.
(C) II e IV.
(D) I, III e IV.
(E) II, III e IV.

Arrecadei mais de dois contos de réis de multas. Isto prova que as coisas não vão bem. E não se esmerilharam contravenções.
(A) Arrecadei mais de dois contos de réis de multas, apesar que isto vem provar de que as coisas não vão bem, onde não se esmerilharam contravenções.
(B) Mais de dois contos de réis de multas, e isto é que as coisas não vão bem, prova as contravenções não esmerilhadas.
(C) Com a arrecadação de mais de dois contos de réis de multas, e a prova que as coisas não vão bem, não se esmerilhando contravenções.
(D) Enquanto não se esmerilharam contravenções, arrecadei mais de dois contos de réis de multas, que é a prova que as coisas não vão bem.
(E) Embora não se tenham esmerilhado contravenções, arrecadei mais de dois contos de réis de multas, o que prova que as coisas não vão bem.

Redirecionar o modo de se fazer saúde no Brasil talvez seja o maior desafio na área. Herdeiro de um modo de fazer baseado na lógica da realização de procedimentos, centrado nos hospitais e que maximiza a tecnologia, o modelo atual tem como resultado uma fragmentação do cuidado e a produção de resultados muito aquém das necessidades da população brasileira. Para esta mudança são necessárias as seguintes diretrizes, EXCETO:
(A)) A estruturação da rede hospitalar, priorizando a demanda espontânea dos hospitais, com a perspectiva de que essa se organize como porta de entrada do SUS, dado que nesse espaço, encontramos a população que procura o serviço por queixa e, portanto com condições já mais avançadas de doença e necessitando de diagnóstico mais rápido.
(B) A organização da atenção à saúde deve incluir a promoção e a proteção da saúde, as atividades de controle de risco e de regulação do mercado produtivo da saúde, bem como as ações voltadas ao controle e monitoramento das práticas, resultando em indicadores que traduzam a realidade da saúde.
(C) Os pressupostos da organização dos serviços devem ser a reorganização dos processos e práticas com garantia do acesso e acolhimento aos usuários; a responsabilização com geração de vínculo entre profissionais e população.
(D) A estruturação de um setor de alta complexidade que rompa com o princípio da oferta e se oriente pela demanda gerada pela necessidade. Isso significa mudar a lógica de financiamento da produção de procedimentos para uma lógica de cuidado com o usuário.
(E) O essencial é que o modelo de atenção proposto se apoie nas diretrizes de universalidade, integralidade, eqüidade, descentralização e do controle social, orientando e definindo sob estes eixos a organização das ações e serviços.

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