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Segundo a Lei Complementar n° 105/2001, constitui violação do dever de sigilo:
A troca de informações entre instituições financeiras, para fins cadastrais, inclusive por intermédio de centrais de risco, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
a) A troca de informações entre instituições financeiras, para fins cadastrais, inclusive por intermédio de centrais de risco, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
b) O fornecimento de informações constantes de cadastro de emitentes de cheques sem provisão de fundos e de devedores inadimplentes, a entidades de proteção ao crédito, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
c) A revelação de informações sigilosas a familiares pessoais e de clientes, independentemente de consentimento.
d) A comunicação, às autoridades competentes, da prática de ilícitos penais ou administrativos, abrangendo o fornecimento de informações sobre operações que envolvam recursos provenientes de qualquer prática criminosa.
e) O fornecimento de dados financeiros e de pagamentos, relativos a operações de crédito e obrigações de pagamento adimplidas ou em andamento de pessoas naturais ou jurídicas, a gestores de bancos de dados, para formação de histórico de crédito, nos termos de lei específica.
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Aprendendo com Desafios

há 12 meses

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há 12 meses

Para responder à sua pergunta sobre a Lei Complementar n° 105/2001, precisamos analisar cada alternativa em relação ao que constitui violação do dever de sigilo. a) A troca de informações entre instituições financeiras, para fins cadastrais, inclusive por intermédio de centrais de risco, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil. - Esta opção descreve uma prática permitida pela lei, desde que observadas as normas. b) O fornecimento de informações constantes de cadastro de emitentes de cheques sem provisão de fundos e de devedores inadimplentes, a entidades de proteção ao crédito, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil. - Também é uma prática permitida pela lei. c) A revelação de informações sigilosas a familiares pessoais e de clientes, independentemente de consentimento. - Esta opção claramente constitui uma violação do dever de sigilo, pois envolve a divulgação de informações sem o consentimento do cliente. d) A comunicação, às autoridades competentes, da prática de ilícitos penais ou administrativos, abrangendo o fornecimento de informações sobre operações que envolvam recursos provenientes de qualquer prática criminosa. - Esta prática é permitida e não constitui violação do sigilo. e) O fornecimento de dados financeiros e de pagamentos, relativos a operações de crédito e obrigações de pagamento adimplidas ou em andamento de pessoas naturais ou jurídicas, a gestores de bancos de dados, para formação de histórico de crédito, nos termos de lei específica. - Também é uma prática permitida pela lei. Diante da análise, a alternativa que constitui violação do dever de sigilo é: c) A revelação de informações sigilosas a familiares pessoais e de clientes, independentemente de consentimento.

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