Logo Passei Direto
Buscar
Sabemos que o conto é uma narrativa que é elaborada a partir do trabalho peculiar em relação ao tempo, ao espaço e aos personagens. Assim sendo, como podemos definir a temporalidade trabalhada no conto?
O autor do conto não tem noção de tempo
O leitor gosta de narrativas longas
Tudo, neste tipo de narrativa, se passa em um tempo curtíssimo. São, apenas, algumas horas ou dias
Nem se questiona o quesito tempo nesta narrativa
Neste tipo de narrativa o tempo passa arrastado
User badge image
Desafios Para o Conhecimento

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

A temporalidade no conto geralmente é caracterizada por um tempo mais curto, onde os eventos se desenrolam em um período de algumas horas ou dias. Portanto, a opção correta seria: "Tudo, neste tipo de narrativa, se passa em um tempo curtíssimo. São, apenas, algumas horas ou dias." Isso permite que o autor concentre a narrativa em um momento específico, intensificando a experiência do leitor.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Leia a declaração João Cabral de Melo Neto, poeta pernambucano, sobre a função de seus textos: "Falo somente com o que falo: a linguagem enxuta, contato denso; falo somente do que falo: a vida seca, áspera e clara do sertão; falo somente por quem falo: o homem sertanejo sobrevivendo na adversidade e na míngua. Falo somente para quem falo: para os que precisam ser alertados para a situação da miséria no Nordeste."
De acordo com as palavras do autor, percebe-se a profunda e enriquecedora relação entre:
O autor e a sua história de vida
O autor e seus gostos pessoais
O autor, a realidade e o leitor
O autor e o leitor somente
O autor e a realidade sertaneja

Leia o fragmento do texto que se segue: "A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante das dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas." In: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998. pp. 69-70.
A afirmação feita acima é:
Falsa, pois exclui o texto da discussão
Verdadeira, pois expõe de modo coerente a relação empreendida no ato de ler
Verdadeira, pois discute exclusivamente a perspectiva do leitor
Falsa, pois não parte da realidade do processo de leitura
Falsa, pois comete erros graves de conceituação em relação ao ato de ler

O texto pode ser classificado como:
um elemento do processo comunicativo que apresenta um entrelaçamento de ideias, as quais são costuradas através das palavras.
um elemento do processo comunicativo que apresenta um entrelaçamento de idéias desconexas.
um elemento do processo comunicativo que apresenta um entrelaçamento de pontuação sofisticadamente empregada.
um elemento do processo comunicativo que apresenta um desapego pela significação e com a lógica.
um elemento do processo comunicativo que apresenta um entrelaçamento de ideias, sem compromisso com a sua extensão final.

Autopsicografia O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm.
Nas duas estrofes extraídas do poema Autopsicografia, Fernando Pessoa:
Isola autor e leitor em prol de uma obra independente de ambos.
Identifica o processo de criação literária com o da redação de uma constituição.
Aponta que o texto literário não deve ser utilizado com linguagem subjetiva, por não ser o espaço ideal para tal.
Revela a relação que existe entre ficção e realidade no processo criativo do autor e o seu efeito no leitor.
Expõe a objetividade da criação literária.

No que diz respeito à relação Literatura X História pode-se afirmar que:
a história comanda o processo criativo literário, sem permitir qualquer outra ocorrência.
a história não faz parte da preocupação do autor quando do momento da elaboração do texto.
o texto literário como documento da história ou a história como contexto são elementos eternamente relacionados.
essa relação é inexistente, já que uma parte é imune à outra.
o texto literário exclui essencialmente a interferência da história para não ficar fora de moda.

Podemos definir catharsis como:
a libertação promovida pela criação artística.
a imitação da realidade no ambiente literário.
a composição baseada em rima alternadas.
a narrativa no presente.
a escrita baseada na versificação.

A literatura é um tipo de discurso que representa o real. Dentro do universo das representações temos conceitos básicos como a mímesis e catársis.
Assinale a alternativa que representa o conceito básico de mímesis.
Termo grego que significa imitação. É filosófico que não serve para explicar a arte.
Termo grego que significa imitação. É um conceito literário, mas não filosófico que serve para explicar a arte.
Termo grego que significa imitação. É um conceito literário que serve para explicar a arte.
Termo grego que significa imitação. Não é um conceito literário, mas filosófico que serve para explicar a arte.
Termo grego que significa imitação. É um conceito literário e filosófico que serve para explicar a arte.

É possível dizer que existe uma relação viável entre literatura e cultura?
Sim, apesar do conceito de literatura anular o conceito de cultura.
Não, pois a literatura afasta-se da noção de cultura, pois a visão do autor é particular.
Não, pois a literatura não tem nenhuma relação com a perspectiva cultural.
Não, pois não podemos avaliar essa questão tendo a literatura como parte do problema.
Sim, pois a matéria literária é a cultura, sendo essa o fator determinante para a existência daquela.

Leia atentamente a estrofe que se segue e responda a questão proposta. Carnavália Repique tocou O surdo escutou E o meu corasamborim Cuíca gemeu, será que era meu, quando ela passou por mimANTUNES, A; a, Morre o velho Pajé, crucificado Na sua dor, tragicamente muda. Vê-se-lhe aos pés, disperso e profanado, O troféu dos avós: a flecha aguda, O terrível tacape ensangüentado, Que outrora erguia aquela mão sanhuda. Vencida a sua raça tão valente, Errante, perseguida cruelmente, Ao estertor das matas derrubadas! 'Tupã mentiu!' e er guendo as mãos sagradas, Dobra o joelho e a calva sobranceira Para beijar a terra brasileira.
Após a leitura do poema acima, podemos dizer que:
Mesmo situando seu conteúdo num plano imaginário, idealizado, simbólico, o poema de Péthion não desfigura a realidade em que se baseia
Mesmo situando seu conteúdo num plano imaginário, idealizado, simbólico, o poema de Péthion confirma a realidade em que se baseia
Mesmo situando seu conteúdo num plano imaginário, idealizado, simbólico, o poema de Péthion inverte a realidade em que se baseia
Mesmo situando seu conteúdo num plano imaginário, idealizado, simbólico, o poema de Péthion desfigura a realidade em que se baseia
Mesmo situando seu conteúdo num plano imaginário, idealizado, simbólico, o poema de Péthion anula a realidade em que se baseia

Leia o verso extraído de uma canção do repertório popular. "A tua saudade corta como aço de navaia... O coração fica aflito Bate uma, a outra faia... E os óio se enche d'água Que até a vista se atrapaia, ai, ai..." Fragmento de Cutelinho, canção folclórica.
As palavras "navaia", "óio" e "atrapaia" revelam:
A representação literal da fala do indivíduo comum, revelando a riqueza de representações do real de que a Literatura dispõe. No caso, revelada na letra da música.
A fusão da linguagem literária com a linguagem científica.
Que o autor tem um baixo grau de escolaridade, e tem orgulho disso.
Incentivo ao iletramento e à falta de patriotismo, pelo total descaso com a língua materna.
A vontade do autor de se fazer popular por meio do uso de uma linguagem rebuscada.