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A violência contra crianças e adolescentes no Brasil não é uma prática recente. Nas últimas décadas, tem sido muito discutido, sobretudo após a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Várias causas que mantêm essa prática, incluem-se:
a- o novo paradigma de vida pautado na Internet e as relações cristalizadas e profundas.
b- os avanços dos estudos em psicologia do desenvolvimento e da educação.
c- a vida cotidiana e a transmissão de valores feita de pais para filhos.
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Para analisar as causas da violência contra crianças e adolescentes no Brasil, vamos considerar cada uma das alternativas apresentadas: a) O novo paradigma de vida pautado na Internet e as relações cristalizadas e profundas - Embora a internet tenha um impacto significativo nas relações sociais, essa opção não aborda diretamente as causas da violência. b) Os avanços dos estudos em psicologia do desenvolvimento e da educação - Essa alternativa fala sobre avanços que podem ajudar a entender e prevenir a violência, mas não é uma causa em si. c) A vida cotidiana e a transmissão de valores feita de pais para filhos - Esta opção aborda como os valores e comportamentos são transmitidos na família, o que pode influenciar diretamente a violência contra crianças e adolescentes. Dessa forma, a alternativa que melhor representa uma causa da violência contra crianças e adolescentes no Brasil é: c) a vida cotidiana e a transmissão de valores feita de pais para filhos.

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Um conjunto articulado de ações por parte do Estado e da sociedade, desde a concepção de realização de programas locais de atendimento implementados por entidades governamentais, é corolário dos princípios estabelecidos no texto da Constituição Federal:
Com o objetivo de garantir o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de dignidade, o Estado brasileiro tem o dever de garantir as necessidades das crianças e dos adolescentes, seu direito à vida, à saúde, à educação, à convivência, ao lazer, à liberdade, à profissionalização: nesse sentido, é correto afirmar que o ECA:
aperfeiçoou a doutrina da situação irregular, esposada pelo Código de Menores, estabelecendo medidas socioeducativas destinadas à reabilitação física, moral e psíquica de crianças infratores.
utilizou-se da tipologia de Enrico Ferri para definir os critérios capazes de estipular a situação dos menores infratores, mesmo crianças, e o consequente risco social de sua permanência na sociedade.
afastou-se da doutrina de situação irregular que caracterizou o antigo Código de Menores, voltando-se apenas aos menores em situação irregular, isto é, àqueles que se encontram privados de assistência, por qualquer motivo. O ECA, ao contrário, continua a proteção integral, que se baseia no princípio do melhor interesse da criança.
baseou-se no princípio da indisponibilidade dos direitos fundamentais, por meio das Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinquência Juvenil e o critério da psicologia evolutiva para diferenciar crianças, adolescentes e jovens adultos, podendo aplicar medidas semelhantes, independentemente da idade.

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