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O relato, extraído de um diário de viagem escrito por Alexis de Tocqueville durante sua jornada pela Inglaterra em 1835, caracteriza-se por seu(sua)
(4) tradicionalismo, expresso na oposição que o autor faz ao uso da indústria.
(5) indecisão, demonstrando a falta de clareza e de critérios morais por parte do autor.
(6) ambivalência, demonstrando, ao mesmo tempo, entusiasmo e receio com o progresso da indústria.
(7) classismo, manifesto no tom de desprezo e arrogância com que o autor se refere aos trabalhadores.
(8) etnocentrismo, evidenciado pela incapacidade de o autor demonstrar empatia pela cultura de outros povos.
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Portuguesando

há 8 meses

Respostas

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há 8 meses

O relato de Alexis de Tocqueville durante sua jornada pela Inglaterra em 1835 caracteriza-se principalmente por sua ambivalência, demonstrando, ao mesmo tempo, entusiasmo e receio com o progresso da indústria. Tocqueville reconhece os avanços trazidos pela industrialização, mas também expressa preocupações sobre suas consequências sociais e culturais.

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Los queros fueron - principalmente - vasos de madera considerados como objetos simbólicos y usados por diferentes sociedades andinas precolombinas. [...] Los ejemplares incaicos de madera presentan, mayoritariamente, significantes abstractos geométricos lineales incisos así como rostros y manos antropomorfos dibujados también de manera geométrica incisa y dispuestos en los bordes de los vasos [...] Durante el Renacimiento mediterráneo, pintar formas claras y precisas era una manera para imprimir "cosas" y "palabras" en su memoria [...] con el propósito de satisfacer la reciente necesidad catequizadora cristiana, la pintura hispana colonial fue considerada - desde un inicio - como un arte religioso que buscaba, como parte del "proyecto visual colonial", explicar de manera más fácil la doctrina católica a los indígenas del Perú ya que para el sistema mental europeo de la época las imágenes de los queros andinos no fueron consideradas como arte sino como un objeto de curiosidad, raro o anómalo.

Segundo o Texto I, os "queros" andinos se destacam na arte desse povo em detrimento da arte europeia da época por
(1) sua forma singular de representar os elementos da natureza e do cotidiano andino.
(2) sua maneira abstrata de representar os mitos cristãos depois da chegada dos espanhóis à América.
(3) sua utilização como meio de catequizar os povos americanos a partir da representação visual da doutrina cristã.
(4) seu caráter abstrato e geometrizante, que divergia do uso que os europeus faziam da imagem.
(5) seu interesse pelo potencial narrativo da imagem e pela escrita, aspectos negligenciados pela arte colonial americana.

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