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Gestão Ambiental

Colégio Objetivo
A principal lei ambiental no Brasil é a PNMA, que define que o poluidor é obrigado a indenizar danos ambientais que causar, independentemente de culpa. O Ministério Público (Promotor Público) pode propor ações de responsabilidade civil por danos ao meio ambiente, impondo ao poluidor a obrigação de recuperar e/ou indenizar prejuízos causados. Além disso criou dois instrumentos para o licenciamento ambiental, chamados de:
EIA/AIA.
Princípio do poluidor-pagador e usuário-pagador.
EIA/RIMA.
EIA/REMA.
LAIA/PCA.
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Estudando com Questões

ano passado

Respostas

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ano passado

A principal lei ambiental no Brasil é a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), e os dois instrumentos para o licenciamento ambiental que você mencionou são o EIA (Estudo de Impacto Ambiental) e o RIMA (Relatório de Impacto Ambiental). Portanto, a resposta correta é EIA/RIMA.

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A criação dos instrumentos legais que normatizariam a criação de áreas protegidas no Brasil durante a década de 1930 esteve intrinsecamente relacionada à implementação de um novo e moderno projeto político. Entretanto, mesmo garantindo a conservação perene das áreas constituídas por florestas protetoras e remanescentes, o Código Florestal de 1934 apresentava incoerência pela permissão de exploração de certas categorias florestais que não estivessem expostas no código. Desse modo, é notória a importância do primeiro Código Florestal para a preservação de florestas no Brasil, porém, o mesmo ainda possuía diversas lacunas na sua efetividade. Assinale a alternativa que justifica a ineficiência dele.
A regionalização do código, o que acabou por proteger a Mata Atlântica em detrimento do desmatamento da Floresta Amazônica, com o objetivo de estabelecer indústrias extrativista de minérios e assim acelerar a industrialização no país.
A falta de recursos do Governo Federal em colocar em prática a legislação, visto que durante a década de 30, o Brasil viveu as consequências da quebra da Bolsa de Nova Iorque e desvalorização do preço do café exportado.
A displicência do Poder Público em garantir a classificação de áreas em florestas protetoras ou remanescentes e a fiscalização da exploração de madeira, principal causada do desmatamento à época.
Os esforços nas esferas estaduais e na esfera federal para o combate político e ideológico de governos totalitários ascendentes na década de 30, o que ofuscou projetos que não compreendessem esse espectro.
A anuência do Governo Federal com o desmatamento florestal tendo em vista o processo de industrialização apresentado no período em questão.

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